Os contratos de minidólar (WDOK26), com vencimento em maio, encerraram a última sessão (01/04) em queda de 0,48%, aos 5.186 pontos, mantendo o viés vendedor no curto prazo. O dólar caiu, retornando aos níveis pré-guerra, em um movimento puxado pelo alívio no cenário externo. O mercado reagiu às sinalizações de que um acordo entre EUA e Irã pode estar próximo, o que reduziu a aversão ao risco global, pressionou o dólar no exterior e levou à queda dos juros e da moeda também no Brasil, com o petróleo recuando para perto de US$ 101.
Para os traders, o dia reforça um ambiente sensível ao noticiário geopolítico, com o mini dólar reagindo diretamente às expectativas sobre o conflito. A melhora do apetite por risco favorece moedas emergentes, mas o cenário ainda depende de confirmações, mantendo a volatilidade elevada no curto prazo.
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No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar fechou em baixa, mantendo o fluxo vendedor e negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça a pressão negativa no curto prazo.
Para continuidade do movimento de queda, será fundamental o rompimento do suporte em 5.182/5.176 pontos. Perdendo essa faixa, o ativo tende a ganhar força na venda, buscando 5.155/5.139, com alvo mais longo em 5.132/5.117 pontos.
Por outro lado, uma reação técnica dependerá da entrada de fluxo comprador capaz de superar a resistência em 5.196/5.208 pontos. Acima desse nível, vejo espaço para recuperação até 5.228/5.240, com alvo mais amplo na região de 5.254,5/5.269,5 pontos.
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No gráfico diário, o ativo fechou no negativo, mantendo-se abaixo das médias móveis, o que aumenta a expectativa de continuidade do movimento vendedor. Para uma possível retomada de alta, será necessário superar a região de 5.209,5/5.269,5 pontos, abrindo espaço para avanços até 5.318,5/5.368,5 pontos.
Por outro lado, a perda do suporte em 5.179,5/5.139 pontos pode intensificar a queda, com alvo inicial em 5.100/5.052 pontos. O IFR (14) em 39,72 segue em zona neutra.
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No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar também encerrou em queda, negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça a leitura de continuidade do movimento baixista.
Para uma retomada da alta, o ativo precisa superar a região de 5.196/5.228 pontos. Caso isso ocorra, poderá avançar até 5.255/5.269,5 pontos, com projeções mais longas em 5.300 e 5.318,5 pontos.
Por outro lado, a continuidade da baixa depende do rompimento do suporte em 5.179,5/5.139 pontos. A perda dessa faixa tende a intensificar o fluxo vendedor, com alvos em 5.117/5.100 e extensão até 5.082 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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