Gol vai voar do Rio para Nova York a partir de julho de 2026, marcando uma nova etapa na estratégia de expansão internacional da companhia aérea brasileira, que passará a operar aeronaves de fuselagem larga pela primeira vez em sua história.
DA REDAÇÃO
A companhia aérea Gol anunciou a incorporação de cinco aeronaves Airbus A330-900 à sua frota, modelo de longo alcance que permitirá a abertura de voos intercontinentais diretos. A estreia está prevista para 8 de julho, conectando o Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, ao Aeroporto John F. Kennedy, em Nova York.
A nova rota será operada três vezes por semana, com partidas do Rio às quartas, sextas e domingos, às 21h55, chegando a Nova York às 6h55 do dia seguinte. No sentido inverso, os voos sairão do JFK às segundas, quintas e sábados, às 23h, aterrissando no Galeão às 9h55.
As passagens já estão disponíveis no site da companhia. Em uma simulação de compra realizada pela reportagem, o valor para ida no voo inaugural e retorno dez dias depois aparece a partir de R$ 9.789, ou R$ 10.469 com bagagem incluída.
Gol vai voar do Rio para Nova York e amplia presença internacional
A decisão de operar o novo trecho representa uma mudança estratégica importante para a companhia, que historicamente concentrou suas operações em voos domésticos e rotas regionais na América do Sul.
Os Airbus A330-900 são aeronaves de fuselagem larga, com dois corredores e capacidade para cerca de 300 passageiros, configuradas para voos de longa distância. Até agora, toda a frota da Gol era composta por aeronaves Boeing 737, tradicionalmente utilizadas em rotas de médio alcance.
A chegada dos novos aviões sinaliza uma ampliação do alcance da empresa no mercado internacional. Atualmente, a Gol integra o grupo Abra, que também controla a colombiana Avianca, movimento que reforça a estratégia de crescimento global da companhia brasileira.
Além de Nova York, fontes no setor indicam que a empresa também solicitou slots — autorizações de pouso e decolagem — para aeroportos europeus, como Heathrow, em Londres, e Lisboa. Com limitações de capacidade nesses terminais, Porto, em Portugal, surge como uma das rotas mais prováveis para futuras operações.
O Aeroporto Internacional do Galeão vem ganhando protagonismo na malha aérea da companhia. A Gol tem utilizado o terminal carioca como hub desde que restrições no Aeroporto Santos Dumont redirecionaram parte significativa do fluxo de passageiros para o aeroporto internacional.
Com os novos aviões, a companhia pretende fortalecer sua presença em voos de longa distância e ampliar a conectividade entre o Brasil e grandes centros globais.
No corpo da operação, parte das rotas intercontinentais poderá ser realizada por meio de acordos de ACMI (Aircraft, Crew, Maintenance and Insurance) com a empresa Wamos. Nesse modelo, a companhia parceira fornece aeronaves, tripulação, manutenção e seguro, permitindo ampliar rapidamente a capacidade operacional.
A expectativa é que os cinco Airbus A330-900 sejam incorporados gradualmente à frota da Gol entre 2026 e 2027, consolidando a nova fase de expansão internacional da empresa.
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