O presidente do Paraguai, Santiago Peña, recebeu na última semana o CEO da Gol Linhas Aéreas Inteligentes, Celso Ferrer, em um encontro oficial em Assunção para apresentar a proposta de implantação de uma rota aérea direta entre a capital paraguaia e Miami (Estados Unidos). A iniciativa faz parte de uma estratégia ampliada de conectividade internacional do país.
Segundo informações oficiais, a reunião – que também contou com participação de autoridades aeronáuticas e diplomáticas – abordou não só o potencial lançamento da rota Assunção–Miami, mas também a expansão de itinerários e a melhoria dos serviços aéreos no Paraguai.
Em sua rede social, o presidente paraguaio considerou a proposta “relevante”, destacando a importância de ampliar a conectividade internacional e gerar mais oportunidades para o país. Além disso, o embaixador do Paraguai nos Estados Unidos, Gustavo Leite, afirmou que a retomada dos voos diretos está “quase certa” e que a GOL demonstra disposição concreta de iniciar a operação o mais rápido possível caso todos os requisitos regulatórios e técnicos sejam atendidos.
Embora a rota ainda dependa de ajustes técnicos, de aprovação regulatória e de infraestrutura aeroportuária, a proposta colocada pela Gol pode marcar um momento histórico para a aviação no Paraguai.
Atualmente, o país não conta com voos comerciais diretos para os Estados Unidos: passageiros paraguaios dependem de conexões em hubs como Panamá, Bogotá, Lima ou São Paulo para chegar ao mercado norte-americano.
A possível operação seria feita com aeronaves Boeing 737 MAX 8, modelo já utilizado pela companhia em linhas de maior alcance e que poderia suportar a distância entre Assunção e Miami.
Além da rota para Miami, as conversas entre a Gol e autoridades paraguaias incluem possível aumento de frequências na ligação entre Assunção e o Rio de Janeiro (GIG), onde a companhia atualmente opera três voos semanais. Esse movimento visa reduzir a dependência de conexões em outros países e fortalecer a conectividade regional.
O governo do Paraguai considera a nova rota estratégica também para o turismo, o comércio e as relações econômicas com os Estados Unidos, especialmente após a certificação pela Administração de Segurança de Transportes dos Estados Unidos (TSA) de que o Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi atende aos padrões de segurança exigidos para operações diretas ao país norte-americano.
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