Desde que estreou na tevê, Gabriela Loran busca com afinco as conquistas no sentido de realização profissional. Por isso, a atriz que interpreta a forte Viviane, em “Três Graças”, faz questão de celebrar cada vitória que o trabalho no horário nobre lhe entrega.
A personagem, que é uma mulher trans, não tem apenas o valor simbólico, mas também a importância de representações que transcendem estereótipos.
“Viviane é a personagem que sempre sonhei em interpretar. Ela é trans, mas isso não a define. Ela é complexa e tem relevância na história, é a melhor amiga da Gerluce, se formou em Farmácia”, explica.
Ao longo dos capítulos, Viviane surge como uma figura multifacetada, cuja identidade de gênero é apenas um aspecto de sua existência, sem reduzir sua complexidade ou relevância narrativa.
Gabriela começou seu processo de transição de gênero aos 24 anos e procura destacar sua formação acadêmica e suas relações afetivas. Por isso, insiste na necessidade de personagens que reflitam a diversidade humana em sua plenitude, reafirmando o papel da arte como espaço de reconhecimento, dignidade e expansão de horizontes sociais.
“Viviane cuida das pessoas e ver uma pessoa trans ocupando esse espaço de afeto, amor e importância é muito bom para mudar o imaginário das pessoas. Quando estou na rua não penso se vou entrar em um banheiro masculino ou feminino, eu penso que estou atrasada para ir gravar na Globo penso em ver meu namorado, enfim…”, aponta.
Na história, Viviane é melhor amiga da protagonista Gerluce, papel de Sophie Charlotte, desde a escola, época em que ainda não havia iniciado sua transição de gênero. As duas sonhavam cursar uma faculdade, mas apenas Viviane conseguiu, formando-se em Farmácia, já que a amiga teve de se dedicar à maternidade.
A personagem ainda se envolve com Leonardo, papel de Pedro Novaes. O filho de Ferette, porém, reage mal ao descobrir que Viviane é uma mulher trans.
“Ela é uma mulher forte, destemida, que adora cuidar das pessoas, mas que também precisa ser cuidada. É alegre, solar, divertida na medida certa e ama intensamente. Eu diria que a Viviane é o coração da comunidade. Como muitos moradores recorrem à farmácia para obter medicamentos, ela é bem-vista e querida por todos”, afirma.
Antes mesmo da estreia de “Três Graças”, Gabriela já vinha percebendo o impacto de sua personagem na vida de outras pessoas. “A novela nem tinha começado e já estava recebendo mensagens de mulheres trans que também são formadas em Farmácia. Que bom poder trazer esse refresco para não mostrar que trans são só um elemento de dor e de morte”, ressalta.
“Três Graças” – De segunda a sábado, às 21h30, na Globo.
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