Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (7), após o S&P500 atingir um novo recorde na segunda, impulsionado pelo forte desempenho de ações de tecnologia ligadas à inteligência artificial.
Na segunda-feira, o S&P 500 e o Nasdaq registraram sua sétima sessão de alta consecutiva, impulsionados pelas notícias de um acordo multibilionário entre a AMD e a OpenAI. O avanço reforça o entusiasmo em torno da IA, mas também desperta alertas sobre uma possível bolha especulativa semelhante à das pontocom no fim dos anos 1990.
O mercado segue em alta apesar da paralisação do governo dos EUA, que já dura duas semanas e atrasou dados econômicos importantes, como o relatório de empregos. A falta de informações aumenta a incerteza sobre a próxima decisão do Fed, levando os investidores a focar na ata do banco central e nos discursos de autoridades como Michelle Bowman, Stephen Miran e Neel Kashkari.
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A temporada de balanços também está começando a ganhar tração, com a divulgação dos números da PepsiCo e da Delta Air Lines, previstos para quinta-feira.
Veja o desempenho dos mercados futuros:
O Nikkei, do Japão, atingiu mais um recorde na terça, enquanto o iene permaneceu fraco, juntamente com os títulos do governo japonês (JGBs), enquanto os investidores se preparavam para uma retomada dos grandes gastos e da política monetária frouxa sob o comando de Sanae Takaichi , que deve se tornar a próxima primeira-ministra do país.
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Uma votação no parlamento para escolher um substituto para Shigeru Ishiba está prevista para 15 de outubro, e Takaichi é a favorita, já que a coalizão governista tem o maior número de assentos.
Os mercados da China, Hong Kong e Coreia do Sul estão fechados devido aos feriados.
Os mercados europeus operam em baixa, com todas as atenções voltadas para a França depois que a renúncia do primeiro-ministro Sebastien Lecornu mergulhou o país em uma nova crise política. Os franceses tiveram cinco primeiros-ministros em 21 meses.
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As agências de classificação já emitiram novos alertas sobre a pontuação de crédito soberano da França, enquanto a BCA Research chegou a dizer que os títulos franceses são “inviáveis de investir”.
Os preços do petróleo sobem, ampliando os ganhos da véspera, já que um aumento menor do que o esperado na produção em novembro pela OPEP+ ajudou a aliviar os temores de um crescente excesso de oferta.
(Com Reuters e Bloomberg)
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