Os passageiros da América Latina e do Caribe estão cada vez mais conectados. No dia a dia, resolvem tudo pelo celular — do banco às compras. Mas, quando viajam, ainda enfrentam longas filas, conferência manual de documentos e processos em papel. É o que mostra o relatório Travelers’ Voice 2025, parte da pesquisa global Passenger IT Insights da SITA, que aponta uma clara desconexão entre o comportamento digital dos passageiros e a realidade dos aeroportos da região.
REDAÇÃO DO DIÁRIO – com assessorias
Segundo o estudo, feito com mais de 7.500 viajantes entrevistados antes e depois de embarcar, o recado é direto: os passageiros querem viagens simples, confiáveis e sustentáveis.
Dois em cada três passageiros latino-americanos e caribenhos afirmam que reduzir o tempo de espera nos aeroportos é a prioridade número um. Outros 42% querem receber notificações em tempo real por aplicativos — índice superior à média global. A região também lidera o interesse por viagens intermodais: 87% dos entrevistados desejam combinar avião, trem e transporte rodoviário em uma mesma reserva.
Apesar disso, os aeroportos da região ainda operam de forma majoritariamente manual. Três em cada quatro viajantes têm a identidade verificada por um agente, e 80% embarcam apenas após conferência física de documentos — os números mais altos do mundo.
“Os passageiros não estão resistindo à mudança. Eles já mudaram”, afirma David Lavorel, CEO da SITA. “Agora é a vez do setor se adaptar. O futuro das viagens não é apenas adicionar tecnologia, e sim eliminar barreiras.”
Os passageiros da América Latina e do Caribe são os mais abertos à adoção da identidade digital: 95% gostariam que todos os seus documentos de viagem estivessem vinculados a uma carteira digital segura — contra 87% da média global. A maioria também se mostra confortável com o uso de biometria em todos os pontos de contato dos aeroportos.
A sustentabilidade também tem peso nas decisões. Dois terços dos viajantes afirmam que reduziriam a bagagem para diminuir as emissões de carbono, bem acima da média global de 55%.
Mesmo com índices baixos de extravio de bagagem, 83% dos passageiros da região estariam dispostos a pagar por um serviço completo de rastreamento, buscando mais segurança e tranquilidade.
Para Shawn Gregor, presidente da SITA nas Américas, a mensagem é clara: “Os passageiros estão prontos para o próximo passo. Querem viagens rápidas, sustentáveis e conectadas. O desafio é transformar as expectativas em realidade, adotando identidades digitais, biometria e dados em tempo real.”
A SITA é uma das principais fornecedoras de tecnologia para o setor aéreo, com soluções que atendem mais de mil aeroportos e quase 20 mil aeronaves em todo o mundo. A empresa também apoia mais de 70 governos em processos de fronteira digital e trabalha com uma meta ambiciosa de reduzir emissões em 4,2% ao ano, alcançando carbono zero até 2050.
A companhia amplia sua atuação além da aviação, levando suas soluções para trens, cruzeiros e mobilidade aérea urbana, enquanto investe em inovação sustentável e dados inteligentes para tornar as viagens cada vez mais fluidas.
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