A participação da Flytour no Lacte reforça o posicionamento da marca como uma das principais players do setor de viagens corporativas no Brasil. Para Manuela Bernardes, diretora executiva da Flytour Business Travel e da Flytour Eventos, o evento é estratégico para relacionamento e visibilidade.
“É a maior feira de viagens corporativas e eventos do Brasil dentro do trade específico. É quando o mercado realmente começa a se movimentar com força, com gestores de viagens e clientes presentes e, neste ano, com muita busca por inovação e melhoria de processos”, afirma Manuela Bernardes, Diretora Executiva da Flytour Business Travel e Flytour Eventos.
Segundo ela, o objetivo da empresa ao expor no evento é evidenciar o potencial e a dimensão da marca, somando a atuação da Flytour Business Travel e da Flytour Franchising. “Estamos aqui para reforçar nosso posicionamento como a maior empresa de viagens corporativas do Brasil.”
O desempenho de 2025 foi classificado como “surreal” pelos executivos. A empresa registrou crescimento de 25% frente a 2024, tanto em volume quanto em receita.
Sergio Santana, gerente de expansão da Flytour Franchising, destaca que o avanço foi além dos números. “Foi um ano de crescimento em vendas e receita, mas também de amadurecimento do time e do relacionamento com o cliente. Trabalhamos capacitação, revisão de processos e proximidade comercial.”
Para ele, a maturidade alcançada em 2025 elevou o nível de profissionalização da operação. “Quando o time amadurece, você leva essa maturidade para o cliente também.”
Para 2026, a estratégia será mais cautelosa. O calendário com eleições, Copa do Mundo e grande número de feriados prolongados impacta diretamente o mercado corporativo, especialmente nas viagens internacionais.
“Quase 40% da nossa operação internacional envolve Estados Unidos. Um período longo de Copa do Mundo pode impactar decisões corporativas por custo e agenda”, explica a diretora.
Diante desse cenário, a empresa optou por metas de crescimento mais moderadas, priorizando lançamentos de tecnologia, novos formatos de atendimento e eficiência operacional.
Os executivos reforçam que a combinação entre tecnologia e atendimento humano seguirá como principal diferencial competitivo.
“A agência continua sendo um parceiro estratégico para as empresas. Vivemos um momento de inteligência artificial mais efetiva, mas o fator humano no pós-venda é essencial”, afirma Manuela.
Com aumento de instabilidades climáticas, mudanças regulatórias e impactos operacionais em aeroportos ao redor do mundo, o suporte consultivo ganha relevância. “Contar com tecnologia e gente é a nossa grande combinação para este ano”, conclui.
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