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Florianópolis restringe pets nas praias do Campeche e dos Ingleses

Entrou em vigor a nova regulamentação da Prefeitura de Florianópolis que restringe a presença de cães nas praias do Campeche e dos Ingleses. A partir de agora, os animais só podem circular em áreas delimitadas e sinalizadas até as 9h e após as 17h. Entre 9h e 17h, a entrada de pets na faixa de areia está proibida.

A medida, segundo a administração municipal, busca equilibrar o lazer dos tutores com a segurança e a higiene dos banhistas, além de proteger os próprios animais nos horários de maior incidência solar e maior fluxo de visitantes. A escolha das duas praias levou em consideração o intenso movimento turístico e a extensão da faixa de areia, que permite a delimitação de trechos específicos para a circulação de cães.

Nos horários autorizados, os animais devem estar identificados com coleira contendo nome e telefone do responsável, que precisa ser maior de 18 anos. Também é obrigatória a carteira de vacinação atualizada.

Responsabilidade e critérios específicos

O decreto determina ainda que o tutor deve recolher imediatamente as fezes do animal e descartá-las em local apropriado. O descumprimento das normas pode resultar em multas e outras sanções previstas na legislação municipal.

Os animais não podem estar em período de cio ou pré-cio e devem apresentar histórico de comportamento amigável. Para cães classificados como potencialmente perigosos, as exigências são mais rigorosas. A definição inclui animais treinados para guarda, com histórico de ataques ou que, pelo porte e comportamento, representem risco às pessoas.

Nesses casos, a circulação nas áreas autorizadas, assim como em praças e vias públicas, só será permitida com uso de focinheira e sob condução de um adulto.

Nas demais praias da capital catarinense, a entrada de cães segue proibida, sem flexibilização de horários ou delimitação de áreas. Placas informativas foram instaladas nos trechos autorizados para orientar moradores e turistas sobre as novas regras.

A prefeitura afirma que o objetivo é garantir convivência harmônica entre tutores, banhistas e demais frequentadores da orla, preservando o uso compartilhado dos espaços públicos.



Fonte

Redação

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