A semana chega movimentada ao catálogo da Netflix com estreias que transitam por universos distintos e carregados de tensão. De um lado, “Salve Geral: Irmandade” expande o drama criminal ao retratar o cenário de caos desencadeado por uma ofensiva da facção após o sequestro de Elisa, filha do fundador. De outro, o dorama “A Arte de Sarah” aposta no suspense psicológico ao revelar a trajetória de uma mulher envolta em identidades inventadas e segredos perturbadores.
A seguir, veja mais informações sobre esses e outros lançamentos da Netflix entre 9 e 15 de fevereiro!
Em “Matter of Time”, Eddie e Jill Vedder unem música e ciência para dar visibilidade à luta por uma cura para a epidermólise bolhosa (Imagem: Reprodução digital | Netflix)
O documentário é dedicado à luta por avanços no tratamento da epidermólise bolhosa (EB), condição genética rara marcada por dores intensas e extrema fragilidade da pele. A produção acompanha o engajamento do músico Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, e de Jill Vedder, sua esposa, responsáveis pela co-criação da entidade EB Research Partnership (EBRP), voltada ao financiamento de estudos que possam acelerar terapias e caminhos para a cura.
Com depoimentos de pessoas diagnosticadas, familiares, profissionais de saúde e cientistas, além de registros de apresentações beneficentes realizadas em Seattle em 2023, o filme conecta arte e pesquisa para mostrar de que forma a união de diferentes iniciativas pode transformar a realidade de quem convive com a doença.
Em “Salve Geral: Irmandade”, Cristina enfrenta o submundo do crime para resgatar a sobrinha e impedir que São Paulo mergulhe no caos (Imagem: Reprodução digital | Netflix e O2 Filmes)
O filme, derivado da série “Irmandade”, aprofunda o universo apresentado na produção. A narrativa tem início com a transferência dos chefes da facção para presídios de segurança máxima, situação que provoca instabilidade interna e altera o equilíbrio do crime na capital paulista. Nesse contexto, Elisa (Camilla Damião), filha de Edson (Seu Jorge) — fundador do grupo —, é capturada por agentes envolvidos em corrupção.
A advogada Cristina (Naruna Costa), tia da jovem, inicia uma arriscada tentativa de resgate. Em reação, a organização decreta o chamado Salve Geral, mobilização que desencadeia ações coordenadas contra forças de segurança pública e mergulha São Paulo em um período de tensão, expondo dilemas sobre lealdade, justiça e relações familiares.
Em “Filhos do Chumbo”, uma médica desafia o regime para revelar a contaminação que ameaça a vida de crianças na Polônia dos anos 70 (Imagem: Reprodução digital | Netflix)
A história se passa na década de 1970, em uma região industrial da Polônia, e é inspirada em acontecimentos reais. A médica Jolanta Wadowska-Król (Joanna Kulig) começa a notar um aumento preocupante de crianças doentes, com sintomas compatíveis com intoxicação por chumbo. Ao investigar a origem do problema, ela relaciona os casos à atividade de uma siderúrgica local e aos altos níveis de poluição liberados na área.
Determinada a alertar sobre os riscos à saúde dos trabalhadores e de suas famílias, Jolanta procura apoio das autoridades, mas encontra barreiras políticas e tentativas de abafamento. Mesmo sob pressão e ameaças, ela mobiliza a comunidade para denunciar a situação, lutar por tratamento às vítimas e impedir que novas gerações sejam condenadas às mesmas consequências.
Em “O Grande Hotel Budapeste”, Gustave e Zero se envolvem numa trama de mistério e perseguições após uma herança inesperada (Imagem: Reprodução digital | Fox Film do Brasil)
A história se passa em um famoso hotel europeu no período entre as duas guerras mundiais e acompanha Gustave H. (Ralph Fiennes), o dedicado e excêntrico concierge, e Zero (Tony Revolori), um jovem funcionário que se torna seu protegido. Quando uma rica hóspede morre e deixa para Gustave uma valiosa obra de arte em um testamento inesperado, desencadeia-se uma série de eventos.
Gustave é acusado de um crime que não cometeu, e ele e Zero embarcam numa aventura repleta de perseguições, conspirações familiares e encontros com personagens bizarros enquanto tentam provar sua inocência. Ao mesmo tempo, o hotel e seus frequentadores testemunham as grandes mudanças sociais e políticas que transformam a Europa.
Em “A Arte de Sarah”, um investigador tenta desvendar quem foi a mulher que construiu múltiplas identidades para esconder o passado (Imagem: Reprodução digital | Netflix)
O dorama acompanha a vida aparentemente impecável de Sarah Kim (Shin Hye-sun), figura influente ligada ao universo do luxo, que começa a ruir quando um cadáver encontrado em Seul é identificado com o seu nome. O caso passa às mãos do investigador Park Mu-gyeong (Lee Joon-hyuk), que logo percebe que quase não existem registros confiáveis sobre a mulher.
Conforme avança na apuração, ele descobre que Sarah construiu diversas versões de si mesma, sustentadas por documentos forjados e histórias cuidadosamente planejadas. Cada nova pista revela camadas ocultas de manipulação e ambição, colocando em dúvida quem ela realmente foi e quais segredos tentou esconder.
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