Hollywood adora transformar grandes nomes em cinebiografias, mas quando o assunto é Michael Jackson, a coisa fica delicada. O longa “Michael”, que promete contar a trajetória do Rei do Pop, ganhou destaque antes mesmo da estreia e não pelo motivo que os produtores esperavam. Quem levantou a voz foi Paris Jackson, filha do cantor.
Em entrevistas recentes, Paris deixou claro que não está nada satisfeita com a forma como a história foi retratada. Segundo ela, a produção parece mais preocupada em criar espetáculo do que em mostrar quem realmente foi Michael. A atriz e modelo de 26 anos afirmou:
Meu pai foi muito mais do que um artista cercado de polêmicas. Ele era humano, e sinto que o filme não mostra isso.
Um detalhe curioso (e controverso) é que o papel principal ficou com Jaafar Jackson, sobrinho de Michael e primo de Paris. A escolha dividiu opiniões: enquanto alguns fãs acharam a escalação perfeita por manter a interpretação “na família”, outros viram nisso um sinal de favorecimento que poderia limitar a visão crítica da obra.
O filme promete explorar desde os primeiros passos de Michael nos Jackson 5 até o auge da carreira solo, passando também por controvérsias pessoais e judiciais. O problema, segundo Paris, é que a narrativa tende a simplificar sua complexidade.
Meu pai era um gênio, mas também uma pessoa com dores e fragilidades. Reduzir isso a um roteiro é injusto.
Nas redes sociais, as reações foram imediatas. Muitos apoiaram Paris, reforçando que apenas a família teria legitimidade para aprovar ou não a produção. Outros defenderam o filme como forma de manter o legado de Michael vivo para as novas gerações. O debate escancara uma questão antiga: quem tem o direito de contar a história de um ícone mundial?
Vale lembrar que produções anteriores sobre Michael Jackson já enfrentaram críticas parecidas. Documentários como “Leaving Neverland” dividiram público e crítica, trazendo à tona o embate entre memória afetiva, acusações polêmicas e a imensidão do legado musical do artista. O novo filme, ao que tudo indica, segue pelo mesmo caminho de polêmica.
“Michael” tem estreia prevista para 2025 e já chega cercado de expectativa e tensão. Se será um sucesso de bilheteria ou mais um capítulo controverso na história do Rei do Pop, só o tempo (e a reação do público) vai dizer. Por enquanto, uma coisa é certa: Paris Jackson não pretende assistir em silêncio.
Fonte: Aventuras na História
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