Levantamento da Vólus, realizado com mais de 1.500 empresas, aponta que cada deslocamento profissional custa em média R$ 2.254
REDAÇÃO DO DIÁRIO – com assessorias
Os gastos com viagens corporativas registraram crescimento expressivo em 2025. De acordo com levantamento realizado pela Vólus, empresa especializada em meios de pagamento e gestão de despesas corporativas, o valor médio destinado a deslocamentos profissionais aumentou 45% em relação ao ano anterior.
Segundo o estudo, cada colaborador passou a gastar cerca de R$ 20 mil por ano em viagens a trabalho. Já o ticket médio por deslocamento ficou em R$ 2.254.
A pesquisa analisou dados de mais de 1.500 empresas e revela que são realizadas, em média, cinco viagens corporativas por mês. A grande maioria dos deslocamentos ocorre dentro do próprio estado, representando 80% das viagens. Os trajetos nacionais correspondem a 18%, enquanto apenas 2% têm como destino o exterior.
Para Antonio de Faria, vice-presidente da Vólus, o aumento reflete o retorno gradual das agendas presenciais nas empresas.
“Depois de um período em que as empresas reduziram drasticamente os deslocamentos, vemos uma retomada das viagens corporativas impulsionada pela maior adesão ao modelo de trabalho híbrido. Muitas organizações voltaram a apostar em encontros presenciais estratégicos, seja para alinhamentos internos ou reuniões com clientes, o que naturalmente aumenta a demanda por deslocamentos a trabalho pontuais com colaboradores que atuam em outros estados, principalmente.”, afirma Antonio.
O crescimento dos gastos acompanha uma tendência observada em todo o setor de turismo corporativo no Brasil. Levantamento realizado pela Associação Latino-Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev) em parceria com a FecomercioSP indica que as despesas das empresas com viagens de negócios superaram R$ 135 bilhões em 2025.
No cenário internacional, o otimismo também prevalece. Pesquisa trimestral da Global Business Travel Association (GBTA), divulgada em janeiro, aponta que 59% dos profissionais do setor acreditam em desempenho positivo do mercado ao longo do ano.
De acordo com a análise da Vólus, janeiro, julho e dezembro são os meses com menor volume de viagens corporativas. O comportamento está ligado à redução das agendas empresariais nesses períodos, marcados por férias escolares e pelas festas de fim de ano.
Antonio de Faria destaca ainda que o avanço do setor exige maior atenção das empresas à gestão financeira das viagens.
“A expectativa é que a demanda por soluções de gestão de despesas continue crescendo nos próximos anos, algo que vai demandar maior habilidade de gestão dos recursos para viagens por parte das empresas. Ao mesmo tempo em que dão apoio aos colaboradores durante os deslocamentos, as empresas conseguem garantir a organização sobre os gastos, evitando desperdícios e facilitando a prestação de contas”, finaliza Antonio.
A Vólus atua no mercado de meios de pagamento com soluções voltadas à gestão de benefícios, frotas e despesas corporativas. Com mais de duas décadas de atuação, a empresa oferece mais de 30 soluções de pagamento para organizações públicas e privadas em todo o país.
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