A CM vem ganhando destaque no setor de turismo ao implementar um modelo de gestão comercial 360° para hotéis, resorts e parques aquáticos, com foco em crescimento estruturado, previsibilidade e aumento de rentabilidade.
À frente da operação está Eduardo Cloqui, com 13 anos de experiência no setor, tendo atuado diretamente nas áreas de hospedagem, eventos e parques aquáticos dentro de resort.
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Case no Paraná: crescimento acelerado em 10 meses
Um dos principais cases da empresa é um resort com 54 UH’s e um parque aquático no interior do Paraná, onde a CM assumiu a operação comercial completa. Antes da atuação da empresa, o empreendimento operava com baixa previsibilidade e forte dependência de alta temporada.
Após 10 meses de gestão 360°, os resultados foram expressivos com:
- Receita de R$ 2,52 milhões para aproximadamente R$ 7,0 milhões (+178%)
- Ocupação de cerca de 28% para acima de 60% (+115%)
- Diária média de R$ 520 para entre R$ 750 e R$ 900 (+45% a +70%)
- Volume de diárias (room nights) de aproximadamente 5.400 para mais de 8.500 (+57%)
Os números refletem uma mudança estrutural na forma como o resort passou a operar comercialmente. “O maior erro do setor é tratar venda como algo pontual. Quando você estrutura processo, dados e execução, o crescimento deixa de ser imprevisível e passa a ser constante”, afirmou Eduardo.
Estratégia + operação: o modelo da CM
O crescimento foi impulsionado pela implementação completa da operação comercial, incluindo:
- Planejamento estratégico e calendário de vendas
- Gestão de tarifas e campanhas
- Estruturação e operação de CRM
- Geração e conversão de leads (B2C e B2B)
- Distribuição em múltiplos canais
- Gestão e treinamento de equipe comercial
A CM atua como uma extensão do time do cliente, assumindo responsabilidade direta pelos resultados.
Baixa temporada deixa de ser gargalo
Um dos principais avanços foi a redução da dependência de períodos de alta demanda. Com estratégias direcionadas e ativação contínua de vendas, o resort passou a operar com maior estabilidade ao longo do ano, aumentando a ocupação mesmo fora de feriados e férias.“Baixa temporada não é falta de demanda. É falta de estratégia.”