China avalia encomenda de até 120 aeronaves Airbus para distribuição entre companhias aéreas estatais
O governo da China pretende formalizar uma encomenda incremental de até 120 aeronaves da Airbus, conforme anunciado pelo chanceler alemão Friedrich Merz durante visita oficial a Pequim, na última quarta-feira (25).
Os modelos envolvidos, o cronograma de entregas e o valor financeiro do possível acordo ainda não foram divulgados.
A declaração ocorreu após reunião bilateral com o presidente chinês Xi Jinping, indicando a continuidade da estratégia estatal chinesa de aquisição centralizada de aeronaves comerciais para posterior distribuição entre companhias aéreas controladas pelo governo.
Na China, grandes encomendas de aeronaves comerciais costumam ser conduzidas diretamente pelo governo do país, que posteriormente aloca os aviões entre operadoras nacionais. Entre as principais companhias beneficiadas por esse modelo estão a Air China, a China Eastern Airlines e a China Southern Airlines.
Esse mecanismo de compras em larga escala permite padronização de frota, otimização operacional e negociação de condições comerciais em volumes elevados, prática recorrente no mercado aeronáutico chinês.
A potencial aquisição sucede uma série de pedidos confirmados por operadores chineses ao longo do final de 2025, reforçando a expansão da frota baseada na família A320neo.
Entre os contratos recentes estão os da Air China, com sessenta A321neo; da empresa de leasing China Aircraft Leasing Group Holdings Limited (CALC), com trinta A320neo; da Spring Airlines, com trinta aeronaves da família A320neo; e da Juneyao Air, com 25 unidades do A320neo.
As encomendas concentram-se em aeronaves de corredor único, amplamente utilizadas em rotas domésticas e regionais de alta densidade, segmento que lidera o crescimento da aviação comercial chinesa.
Mais de trinta companhias aéreas chinesas operam atualmente aeronaves da Airbus, com frotas que variam do A319-100 ao A350-900.
A fabricante europeia mantém ainda uma linha de montagem final da família A320neo em Tianjin, ampliando a integração industrial com o mercado chinês e reduzindo custos logísticos associados às entregas.
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