O DIÁRIO acompanhou, no último sábado (10), a abertura da exposição “Centro de São Paulo em Movimento”, evento que marca o início das comemorações pelos 472 anos da cidade de São Paulo e presta homenagem ao coração histórico da capital.
REDAÇÃO DO DIÁRIO
Idealizada pelo escritor, historiador, pesquisador e produtor cultural Mauricio Coutinho, a exposição nasce de uma relação afetiva profunda dele com o centro paulistano. Autor do livro “São Paulo em Fotos e Fatos”, lançado há dois anos, Coutinho afirma que o projeto é uma forma de retribuir à cidade tudo o que ela representa. “Sou apaixonado pelo centro de São Paulo, em especial. O evento que idealizamos e concretizamos é uma exposição de diversos artistas plásticos que retratam o centro da cidade, em um gesto de gratidão a São Paulo, que acolhe todas as nacionalidades e celebra a diversidade cultural em todas as áreas”, destacou à reportagem.
O produtor cultural explicou que o processo de curadoria foi construído a partir de relações pessoais e afinidades artísticas. “Comecei a buscar entre meus amigos artistas plásticos e entrei em contato com cada um deles”, contou. Entre os convidados estão Tita Sericani, com trabalhos em arte vidreira produzidos em Cunha; Renato Pinto, conhecido por suas aquarelas da São Paulo antiga; Amanda Medeiros, artista paraibana que realiza sua primeira exposição, com obras em realismo; Sueli Chiba, artista consagrada pela técnica do sumi-e, com pincel e nanquim; e o fotógrafo Eli Hayasaka, que há anos documenta o centro da capital. “São os cinco artistas que participam”, enumerou.
Segundo Coutinho, a resposta dos artistas foi imediata. Mesmo com prazos apertados, todos demonstraram entusiasmo e dedicação. “Era meu desejo que fosse uma amostra para valorizar o centro de São Paulo. Está sendo muito gratificante”, afirmou.
A abertura da exposição integra oficialmente as celebrações do aniversário da cidade e acontece na Brigadeiria do Gil, localizada na Rua Álvares Penteado, 200, próxima ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O espaço foi cedido com a proposta de unir gastronomia, arte e cultura em um dos pontos mais movimentados do centro histórico. “O movimento é grande. As pessoas vêm tomar café, experimentar salgados, degustar brigadeiros e, agora, também apreciar arte”, ressaltou a organização.
A inauguração foi marcada por um bom público e contou com a presença de Sidney Salles, representando a Subprefeitura da Sé, além de autoridades, empresários e convidados. A exposição teve início em 10 de janeiro e segue aberta à visitação até 3 de fevereiro.
Caráter inclusivo
A programação cultural amplia a experiência da exposição com a FLISPE – Feira Literária do Centro SP | Sílabas Periféricas, além de saraus, apresentações musicais, atividades intergeracionais e atrações voltadas ao público infantil. As ações reforçam o caráter inclusivo, educativo e comunitário do projeto, consolidando o Centro como território de encontros, trocas e convivência cultural.
(Reportagem, texto e edição: Paulo Atzingen, com assessorias)
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