Victoria Beckham registrou como marca os nomes dos quatro filhos — Brooklyn, Romeo, Cruz e Harper — e detém, até o fim deste ano, os direitos comerciais sobre uma ampla lista de produtos e serviços associados a essas identidades.
A informação consta em documentos do Escritório de Propriedade Intelectual do Reino Unido e veio à tona em meio à crise pública envolvendo Brooklyn Beckham, de 26 anos, e seus pais.
Segundo os registros, o nome de Brooklyn foi patenteado por Victoria em dezembro de 2016. A marca expira em dezembro de 2026, quando o filho mais velho do casal poderá renová-la por conta própria, com sua equipe jurídica.
As marcas registradas em nome de Romeo, de 23 anos, Cruz, de 20, e Harper, de 14, vencem no mesmo período. Até lá, todos precisam da autorização da mãe para comercializar produtos ou serviços vinculados a seus nomes.
A lista de itens cobertos pelas marcas foi descrita por especialistas como extensa e inclui desde cosméticos e canetas esferográficas até trens elétricos de brinquedo. Victoria é dona da marca com seu próprio nome desde 2002, enquanto David Beckham registrou o dele em 2000.
O tema ganhou repercussão após Brooklyn acusar publicamente os pais de tentarem convencê-lo a abrir mão dos direitos sobre seu nome. Em um relato divulgado nesta semana, ele afirmou que foi pressionado a assinar um acordo antes do casamento, sob o argumento de que o documento precisava ser formalizado naquele momento.
— Minha recusa afetou o pagamento, e eles nunca mais me trataram da mesma forma — declarou.
Uma fonte ouvida pelo Page Six disse que, antes do casamento de Brooklyn com Nicola Peltz, Victoria teria pedido ao filho que assinasse um contrato, mencionando um grande acordo comercial envolvendo David Beckham. Já pessoas próximas à família afirmam que o documento estava relacionado à venda da maior parte da DB Ventures, empresa de gestão de marcas de David, para o grupo Authentic Brands, em um negócio de US$ 269 milhões (R$ 1,4 bilhões) fechado em 2022.
De acordo com essa versão, o acordo teria como objetivo proteger os direitos individuais dos filhos diante de contratos comerciais já existentes envolvendo o sobrenome Beckham.
— Trata-se de algo padrão para proteger a família. A decisão de não assinar não muda nada, pois ninguém restringiria os direitos de Brooklyn — disse uma fonte ligada à família à época. Segundo o mesmo interlocutor, o primogênito já não realizei aconselhamento com seus antigos consultores e seguia apenas orientações dos advogados da família Peltz.
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