A proximidade da temporada de esqui 2025/2026 no Hemisfério Norte volta a aquecer o interesse dos brasileiros por destinos de neve no exterior. Em um contexto de temperaturas elevadas no Brasil e de recordes globais de calor, viajar para regiões de inverno tem se consolidado como alternativa tanto para a prática de esportes quanto para experiências de lazer e estilo de vida.
Dados da Organização Meteorológica Mundial (OMM) indicam que 2025 está entre os três anos mais quentes dos últimos 176 anos. Projeções do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus, em parceria com a Berkeley Earth, apontam que 2026 deve manter a mesma tendência. Esse cenário tem influenciado o comportamento de parte dos viajantes brasileiros, que buscam escapar do calor intenso e planejar viagens com maior antecedência.
Levantamento da fintech Nomad, com base em sua base de mais de 3,5 milhões de clientes, mostra crescimento no interesse por viagens de inverno, impulsionado pela maior facilidade de planejamento financeiro e pelo acesso a serviços globais. Segundo a empresa, o perfil do viajante inclui consumidores que buscam experiências completas, combinando esportes na neve com gastronomia, compras, hospedagem de alto padrão e atividades culturais.
Entre os destinos mais visitados por brasileiros para a prática de esqui, a Nomad elencou oito cidades que se destacam na temporada. Zermatt, na Suíça, lidera o ranking, conhecida pelo Matterhorn e por suas pistas voltadas a esquiadores mais experientes, além da vila livre de carros. Na França, Chamonix aparece como referência histórica do esqui europeu, com forte tradição esportiva e infraestrutura turística consolidada.
Na América do Norte, Whistler, no Canadá, se destaca por abrigar o maior resort de esqui do continente, enquanto Vail, nos Estados Unidos, mantém sua posição como um dos destinos mais tradicionais do país, com ampla variedade de pistas e uma vila inspirada nos Alpes. Ainda nos EUA, Aspen figura entre os locais mais associados ao turismo de inverno de alto padrão, combinando esportes, eventos culturais e gastronomia.
O ranking inclui também os Pirineus de Andorra, apontados como opção de custo-benefício, especialmente para iniciantes e intermediários, além de Courchevel, na França, parte do maior domínio esquiável do mundo, Les Trois Vallées, e Saint Moritz, na Suíça, um dos berços do turismo de inverno nos Alpes.
Além desses destinos, a Itália tende a ganhar ainda mais visibilidade em 2026 com a realização dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. As cidades de Milão e Cortina d’Ampezzo receberão competições em 16 modalidades e delegações de diversos países. Segundo os organizadores, a expectativa é de que mais de 2,6 milhões de turistas visitem o país durante o período do evento, reforçando o protagonismo italiano no turismo de neve na próxima temporada.
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