A Boeing registrou em janeiro um dos seus desempenhos mais fortes em mais de uma década, segundo os números mensais de pedidos e entregas divulgados hoje (10).
O desempenho foi impulsionado por encomendas relevantes de companhias aéreas e empresas de leasing, incluindo um acordo considerado estratégico com a Delta Air Lines para o 787-10.
A fabricante norte-americana encerrou janeiro com 107 novas encomendas líquidas de aeronaves, o maior volume registrado para o mês desde 2012. O resultado reforça a recuperação da demanda, especialmente por aviões de corredor único da família 737 MAX e por widebodies do programa 787.
O principal destaque do período foi o pedido firme de trinta Boeing 787-10 pela Delta Air Lines. O acordo marca uma mudança relevante na estratégia recente da companhia aérea norte-americana, que vinha priorizando a aquisição de aeronaves widebody da Airbus.
Os jatos serão equipados com motores GE Aerospace GEnx e destinados à substituição gradual da frota de Boeing 767 atualmente em operação. As primeiras entregas estão previstas para começar em 2031, acompanhando o plano de renovação de frota de longo curso da empresa.
O programa do 787 apresentou forte retomada comercial ao longo do último ano. Desde o início de 2025, a Boeing acumulou mais de quatrocentas encomendas do modelo, considerando todas as variantes.
Além do pedido da Delta, a EVA Air, de Taiwan, encomendou quatro unidades adicionais do 787 durante o mês.
Entre os pedidos de janeiro, a Aviation Capital Group, empresa de arrendamento aeronáutico, assinou contrato para cinquenta unidades do 737 MAX. A Air India confirmou a compra de vinte aeronaves do mesmo modelo, ampliando sua carteira de narrowbodies.
Apesar do desempenho positivo, o total de encomendas foi parcialmente reduzido por quatro cancelamentos: a BOC Aviation e a Air Europa cancelaram, cada uma, um pedido de um 737 MAX, enquanto a Air Niugini, de Papua-Nova Guiné, cancelou encomendas de dois Boeing 787.
No campo operacional, a Boeing entregou 46 aeronaves em janeiro, sendo 37 delas da família 737. De acordo com a empresa, este foi o maior número de entregas realizadas em um mês de janeiro desde 2019, antes do impacto da pandemia de covid-19 sobre a indústria aeronáutica.
Ao final de janeiro, a carteira total de pedidos firmes da Boeing somava 6.196 aeronaves, acima das 6.130 registradas no encerramento de dezembro.
O crescimento do backlog reflete tanto a retomada da confiança de clientes quanto o fortalecimento da demanda global por aviões comerciais, especialmente nos segmentos de jatos de corredor único e aeronaves widebody de longo alcance.
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