O uso de benefícios atrelados a cartões de crédito ganhou força entre os brasileiros em 2025. Um levantamento da Visa indica que os consumidores economizaram cerca de R$ 2,8 bilhões ao aproveitar serviços oferecidos pela bandeira ao longo do ano.
O resultado reflete um aumento de 40% na utilização desses benefícios em relação a 2024, sinalizando uma mudança no comportamento do consumidor, que passa a explorar mais vantagens além do pagamento em si, especialmente durante viagens.
No topo da lista estão os acessos a salas VIP em aeroportos, que concentraram mais de 50% do uso total e cresceram 50% no período. A experiência mais confortável antes do embarque tem sido um dos principais atrativos para quem viaja com frequência.
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Viagens concentram os benefícios mais valorizados
Outro destaque é o Visa Infinite Fast Pass, que permite acesso a filas exclusivas de raio-X em aeroportos como Guarulhos e Galeão. O serviço registrou crescimento de 30%, impulsionado pela busca por mais agilidade em embarques.
Os seguros de emergência médica em viagens também aparecem como um dos benefícios mais relevantes, respondendo por mais de 60% do valor percebido pelos consumidores. Já os serviços de concierge e assistência tiveram crescimento mais moderado, de 5%, mas seguem como apoio importante ao longo da jornada.
Entre as novidades, as soluções de conectividade internacional ganharam espaço rapidamente. A parceria com a GigSky, que oferece planos de dados via eSIM em mais de 175 países, já figura entre os benefícios mais utilizados logo em seu primeiro ano.
Segundo Alessandro Rabelo, diretor executivo de Soluções da Visa do Brasil, o avanço no uso acompanha a estratégia da empresa de ampliar o portfólio voltado à experiência do viajante, com foco em conforto, praticidade e proteção.
Além dos serviços mais populares, a Visa também oferece coberturas para situações como atraso e cancelamento de voos, extravio de bagagem e perda de conexão, além de proteções para compras e aluguel de veículos.
A metodologia do levantamento considera dados de uso dos benefícios em 2024 e 2025, combinados com estimativas de valor de mercado para calcular a economia gerada aos consumidores.