Contrato prevê 18 aeronaves, simuladores, novas instalações e suporte de 20 anos no programa de formação da Força Aérea Belga
A Bélgica selecionou o sistema de treinamento Pilatus PC-7 MKX para substituir as aeronaves usadas na instrução básica de seus pilotos militares, em um contrato que inclui dezoito turboélices, soluções completas de treinamento em solo e suporte operacional por vinte anos. As primeiras entregas estão previstas para 2027.
A decisão integra a renovação do programa de formação da Força Aérea Belga e abrange não apenas as aeronaves, mas um sistema de instrução de ponta a ponta. O pacote contempla simuladores de última geração, plataformas digitais de ensino, ferramentas de planejamento e debriefing de missão, garantindo continuidade entre treinamento em sala de aula, simulação e voo.
Segundo a Pilatus, o PC-7 MKX foi configurado especificamente para atender às necessidades da instrução militar belga, oferecendo um ambiente integrado para a transição do aluno-piloto das fases iniciais às etapas avançadas de treinamento.
Além do sistema de instrução, o contrato prevê novas instalações e modernizações na Base Aérea de Bevekom/Beauvechain. A Pilatus atuará em conjunto com empresas belgas — Sabena Engineering e AG Real Estate — responsáveis pela implementação da infraestrutura. A indústria belga participará da construção, manutenção e suporte em serviço das aeronaves, reforçando a integração industrial ao longo de todo o ciclo de vida do programa.
O suporte operacional terá duração de vinte anos, abrangendo manutenção, gestão da frota e apoio logístico.
O início do treinamento está previsto para 2028, após a conclusão das instalações, entrega dos simuladores e capacitação dos instrutores para o novo sistema. Com essa escolha, a Bélgica se junta à Força Aérea e do Espaço da França e à Real Força Aérea e do Espaço dos Países Baixos, que também selecionaram o PC-7 MKX em 2024.
O PC-7 MKX incorpora o cockpit Garmin G3000 Prime, desenvolvido em parceria entre Pilatus e Garmin. A suíte inclui telas customizáveis e arquitetura aberta, configurada para uso em instrução inicial e avançada. É a primeira aplicação militar dessa plataforma com funcionalidades definidas pelo usuário, ampliando a flexibilidade para adaptação doutrinária.
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