O Banco Central decidiu adiar o lançamento do Pix parcelado, funcionalidade que permitiria ao usuário dividir pagamentos com crédito imediato ao recebedor. A ferramenta, aguardada para começar a ser implementada neste semestre, ficará em segundo plano diante da urgência de reforçar a segurança do sistema financeiro após sucessivos ataques cibernéticos e a descoberta de vínculos entre instituições financeiras e o Primeiro Comando da Capital (PCC).
A prioridade passou a ser o fechamento de brechas regulatórias exploradas pelo crime organizado. A autarquia já anunciou um pacote de medidas, entre elas a limitação de R$ 15 mil para transações via Pix ou TED realizadas por instituições de pagamento sem licença, além da obrigatoriedade de rejeição de operações com indícios consistentes de fraude.
Novas iniciativas devem ser divulgadas ainda neste semestre, incluindo regras mais duras sobre o uso de contas laranja, contas-bolsão e operações com criptoativos. Também está em consulta pública uma norma que aumenta as exigências para intermediários de transferências internacionais (eFX).
A lista de ações de setores promissores da Bolsa
Pelo calendário anterior, divulgado em junho, a regulamentação do Pix parcelado sairia em setembro, seguida por um período de convivência com os modelos privados até março de 2026.
Agora, a previsão é de que o regulamento seja publicado em outubro e o manual de experiência do usuário apenas em dezembro. Pessoas envolvidas nas discussões falam em atraso de até três meses.
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