O Banco do Brasil (BBAS3) entregou lucro líquido de R$ 5,7 bilhões no 4º trimestre, superando expectativas e mostrando recuperação frente ao período anterior. Parte relevante desse desempenho veio de um efeito tributário positivo de R$ 1,8 bilhão, enquanto os custos de crédito continuam altos, somando R$ 18 bilhões no trimestre.
Apesar dos sinais de estabilização, a combinação de qualidade de ativos pressionada, visibilidade limitada sobre normalização e múltiplos mais elevados mantém a recomendação neutra para as ações. O banco ainda anunciou R$ 1,23 bilhão em JCP, reforçando a política de remuneração aos acionistas.
O IPCA de janeiro subiu 0,33%, exatamente em linha com a projeção da XP e levemente acima do consenso. A alta foi influenciada por gasolina — afetada pelo ICMS — e por bens industrializados, especialmente automóveis novos e perfumes.
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A leitura reforça um ambiente de serviços mais comportados e alimentos ainda benignos. A avaliação é de que o quadro não altera a estratégia do Banco Central do Brasil, que pode iniciar o ciclo de cortes em março, levando a Selic para 12,50% ao longo de cinco reduções de 50 p.p.
A Suzano (SUZB3) apresentou EBITDA ajustado de R$ 5,6 bilhões, refletindo um setor ainda pressionado por dinâmica global fraca e preços desafiadores. Mesmo assim, o risco-retorno segue favorável para a companhia, segundo análises atualizadas.
Para a Klabin (KLBN11), o ambiente de papelão mais calmo e a menor exposição à fibra curta e à China sustentam visão positiva. Já a Irani (RANI3) mantém fundamentos sólidos, apesar de valuation mais ajustado após a recente alta.
O preço-alvo da Petrobras (PETR4) foi elevado para R$ 47 por ação (US$ 17,4 por ADR), representando potencial de alta de 23%. A recomendação de compra foi mantida, mesmo com expectativas de recuo no EBITDA do 4º trimestre para US$ 11,1 bilhões devido à queda no Brent.
Os dividendos do período, porém, devem vir abaixo do recorrente por conta de saídas de caixa pontuais. Os resultados serão divulgados em 5 de março, quando o mercado deve avaliar a sustentabilidade dos números à luz do novo cenário de preços.
O fator Valor liderou em janeiro, impulsionado por ações consideradas baratas que tiveram forte desempenho. Em contrapartida, o fator Qualidade continuou atrás do Ibovespa, mostrando menor tração no mês.
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O Momentum se destacou como segundo melhor desempenho e segue líder no acumulado do ano. Revisões de sell-side e short interest também contribuíram positivamente. O estudo mais recente mostra como o equilíbrio entre Valor e Momentum muda conforme os ciclos de mercado.
Os ETFs, que são fundos de investimento cotados em bolsa que replicam índices financeiros, continuam atraindo investidores por permitirem diversificação ampla com um único instrumento. Ao replicarem índices, tornam o acesso a diferentes classes de ativos mais simples e eficiente, especialmente para quem busca exposição internacional ou setorial.
A Bússola de ETFs reúne recomendações do time de Research, funcionando como um guia prático para quem deseja usar ETFs de forma estruturada no portfólio. A publicação deste mês destaca opções temáticas, de renda fixa e de mercados globais.
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A carteira recomendada do mês reforça a estratégia de combinar commodities, ativos reais e ações de alta qualidade. O movimento busca equilibrar risco e retorno em um cenário macro ainda incerto.
Nos fundos listados, os FIIs de tijolo ganham destaque pela resiliência e potencial de renda. O ouro também aparece como alternativa de descorrelação, útil especialmente em períodos de maior volatilidade internacional.
Relatório recente aponta que os brasileiros possuem R$ 10,2 bilhões em valores esquecidos em bancos e instituições financeiras. O sistema SVR permite consulta e resgate dos recursos, tanto para pessoas físicas quanto empresas.
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A recomendação é que os investidores verifiquem periodicamente possíveis créditos residuais, evitando deixar valores parados. O processo é simples e pode resultar em recuperação de quantias relevantes.
Com o aumento do fluxo de pessoas e transações durante o Carnaval, golpes se tornam mais comuns. Pequenas medidas — como evitar cliques suspeitos, proteger dados e usar meios seguros de pagamento — reduzem os riscos.
A orientação é priorizar compras em estabelecimentos confiáveis e desconfiar de ofertas muito vantajosas. Cautela extra nas ruas e nos apps ajuda a garantir uma folia mais segura e sem prejuízos ao orçamento.
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