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Banco do Brasil, Equatorial, Casas Bahia, Vivo e mais ações para acompanhar hoje

O radar corporativo desta quinta-feira (13) traz resultados do Banco do Brasil (BBAS3), Equatorial (EQTL3), Auren (AURE3), Simpar (SIMH3), MRV (MRVE3), Casas Bahia (BHIA3), Positivo (POSI3), Hapvida (HAPV3), Randoncorp (RAPT4), Americanas (AMER3), Ultra (UGPA3), Direcional (DIRR3), Copel (CPLE6), Allos (ALOS3), entre outras companhias.

Já a Telefônica Brasil, dona da Vivo, concluiu a aquisição da Fibrasil.

Confira mais destaques:

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou seu balanço na noite desta quinta-feira (12). O banco teve lucro líquido ajustado de R$ 3,785 bilhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), montante 60% menor ao reportado no mesmo intervalo de 2024. O resultado foi praticamente o mesmo apresentado no segundo trimestre, que teve lucro de R$ 3,784 bilhões.

O lucro líquido contábil do banco ficou em R$ 3,02 bilhões, com queda de 66% na comparação com o mesmo período de 2024.

Grupo Casas Bahia (BHIA3)

O Grupo Casas Bahia (BHIA3) registrou um prejuízo líquido de R$ 496 milhões no terceiro trimestre, em desempenho pressionado pelo aumento das despesas financeiras, enquanto receitas e margem operacional mostraram expansão, conforme dados divulgados nesta quarta-feira pela companhia.

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A perda no trimestre ficou 34,4% acima do prejuízo de R$ 369 milhões reportado um ano antes, mas ficou abaixo do resultado negativo de R$ 555 milhões do segundo trimestre.

O resultado operacional medido Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado totalizou R$ 587 milhões, uma alta de 19,6% ano a ano, com a margem nessa métrica passando para 8,5%, de 7,7% um ano antes. No trimestre, o fluxo de caixa livre ficou positivo em R$ 488 milhões.

Equatorial (EQTL3)

A Equatorial (EQTL3) teve lucro líquido ajustado de R$830 milhões no terceiro trimestre, alta de 4,9% sobre o desempenho de um ano ante. A companhia apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$3,48 bilhões, avanço de 18,6% sobre o terceiro trimestre do ano passado.

Auren Energia (AURE3)

A Auren Energia (AURE3) registrou mais um trimestre de prejuízo na última linha do balanço, em meio a impactos negativos relacionados à geração de suas usinas renováveis e hidrelétricas, mas vem se beneficiando da arrumação interna após integração da AES e vê espaço para mais ganhos com uma potencial reorganização societária, disseram executivos da companhia à Reuters.

A Simpar (SIMH3), holding que abarca companhias como JSL (JSLG3), Vamos (VAMO3) e Movida (MOVI3) divulgou o balanço do segundo trimestre de 2024. O prejuízo líquido ajustado reportado pela companhia foi de R$ 119 milhões, revertendo lucro apresentado no mesmo período de 2024.

A T4F (SHOW3) quase dobrou o prejuízo líquido no terceiro trimestre, alcançando R$ 26 milhões ante R$ 15,1 milhões no mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado na noite de quarta-feira.

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A MRV&CO, conglomerado que reúne MRV, Resia, Urba e Luggo, fechou o terceiro trimestre deste ano com lucro líquido ajustado e consolidado de R$ 111,1 milhões, 6,5 vezes mais que o lucro de R$ 17,3 milhões no mesmo período de 2024.

A melhora no balanço do grupo foi puxada pela MRV, principal divisão de negócios, que mostrou avanço no faturamento, margem e resultado líquido, embalada pelo momento favorável dentro do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).

Direcional (DIRR3)

A Direcional (DIRR3) teve lucro líquido de R$ 230 milhões no terceiro trimestre, alta de 43% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.

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A companhia apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$302 milhões, avanço de 36% sobre o terceiro trimestre do ano passado.

O grupo Ultra (UGPA3) teve lucro de R$ 772 milhões no terceiro trimestre, alta de 11% sobre o resultado de um ano antes, em um desempenho que contou com efeitos da operação Carbono Oculto no final de agosto contra o mercado ilegal de combustíveis.

A companhia, que controla a rede de postos de combustíveis Ipiranga, apurou um resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$1,95 bilhão entre julho e o fim de setembro, alta de 27% na mesma comparação.

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Americanas (AMER3)

 A Americanas (AMER3) teve lucro líquido de R$ 367 milhões no terceiro trimestre, queda de 96,4% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.

O resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado ficou em R$ 561 milhões, avanço de 152,7% sobre o terceiro trimestre do ano passado.

Randoncorp (RAPT4)

A Randoncorp (RAPT4) teve lucro líquido de R$23,1 milhões no terceiro trimestre, queda de 81% sobre o desempenho de um ano antes, pressionada em parte pela fraqueza das vendas de caminhões no Brasil, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.

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A fabricante de implementos rodoviários apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 478 milhões, avanço de apenas 1% sobre o terceiro trimestre do ano passado.

A Hapvida (HAPV3) teve lucro líquido ajustado de R$ 338 milhões no terceiro trimestre, alta de 12,7% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.

Já o resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado foi de R$ 746,4 milhões, recuo de 17,6% sobre o terceiro trimestre do ano passado.

Positivo Tecnologia (POSI3)

A Positivo Tecnologia (POSI3) reportou lucro líquido de R$ 1,1 milhão no terceiro trimestre de 2025, uma queda de 36,5% em relação a igual período de 2024. Segundo a empresa, o resultado do trimestre e do acumulado do ano sofrem impacto da menor receita e das maiores despesas financeiras.

Entre julho e setembro, o Ebitda da companhia somou R$ 68,1 milhões, 1,5% acima do resultado de um ano antes. Já a margem Ebitda foi de 8,5%, melhora de 0,3 pontos porcentuais (p.p.) ante o registrado um ano antes.

Allos (ALOS3) teve lucro líquido de R$126 milhões no terceiro trimestre, alta de 25,6% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.

A companhia apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$502,4 milhões, avanço de 8,5% sobre o terceiro trimestre do ano passado. Analistas, em média, esperavam Ebitda de R$498 milhões no período, segundo dados da IBES, da LSEG.

A Copel (CPLE3) teve lucro líquido de R$383,1 milhões no terceiro trimestre, queda de 68,5% sobre o desempenho de um ano antes, de acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira.

A companhia apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda recorrente de R$1,3 bilhão, avanço de 7,8% sobre o terceiro trimestre do ano passado.

A receita operacional líquida de julho ao final de setembro cresceu 18,7% no período, para R$6,8 bilhões, segundo o balanço.



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Redação

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