O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) lançou, nesta terça-feira (12), no Aeroporto Internacional de Brasília, a campanha nacional “Assédio Não Decola”, que busca combater o assédio em aeroportos e conscientizar passageiros e profissionais do setor aéreo sobre prevenção, identificação e denúncia desse tipo de violência.
DA REDAÇÃO com assessorias
A iniciativa conta com a participação de órgãos do Governo Federal, concessionárias e sociedade civil organizada.
Durante o lançamento, o ministro Silvio Costa Filho destacou o caráter pedagógico e educativo da ação, reforçando a importância do respeito e da segurança das mulheres.
“Nossa campanha é voltada para o respeito às mulheres brasileiras. Queremos garantir que todas possam viajar com segurança e dignidade, porque assédio não decola”, afirmou.
A secretária-executiva do Ministério das Mulheres, Eutália Barbosa Rodrigues Naves, lembrou que agosto é marcado pelo “Agosto Lilás”, mês de conscientização e combate à violência contra a mulher, e ressaltou a relevância da divulgação do Disque 180 em todos os espaços aeroportuários. “Os aeroportos, infelizmente, ainda registram casos de violência e assédio. Esta campanha é fundamental para ampliar a conscientização e prevenir novos casos”, disse.
A campanha já está em circulação desde 6 de agosto, com adesão de 12 concessionárias e 57 aeroportos, entre eles Guarulhos, RIOgaleão, Viracopos e Confins. As ações incluem materiais digitais em telas, totens e redes sociais, além de um plano interno de capacitação e comunicação para trabalhadores do setor.
Segundo Júlia Lopes, diretora de Planejamento e Fomento da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), a primeira fase contempla todos os aeroportos concedidos. “A segunda fase levará a ação para dentro das aeronaves até o fim do mês”, revelou.
Um dos principais instrumentos da campanha é o Guia de Combate ao Assédio e à Importunação Sexual no Setor da Aviação Civil, distribuído para profissionais e empresas. O material traz orientações sobre tipos de assédio, canais de denúncia, medidas de proteção e boas práticas para fomentar uma cultura de cuidado coletivo.
A ouvidora do MPor, Maíra Nascimento, explicou que o guia foi inspirado em uma experiência do setor aquaviário, adaptada para a aviação civil. Já Natalie de Castro Alves, presidente do Instituto Nós Por Elas, reforçou: “Se você se sentiu ofendida, pode ser assédio. A cartilha é um caminho para proteção e justiça”.
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