Após ficar de fora da carteira de ações recomendadas para fevereiro, a Petrobras (PETR4) teve o papel mais recomendado entre as ações pagadoras de dividendos. Compilado do InfoMoney com as carteiras recomendadas das principais corretoras do País mostra que a ação da petroleira é a aposta majoritária para os portfólios de renda passiva este mês.
A carteira recomendada é composta pelos cinco papéis mais indicados. Em fevereiro, porém, um empate quádruplo na quarta posição aumentou a lista para sete papéis.
Além da petroleira, o ranking deste mês tem representantes dos setores de telecomunicações, energia e shopping centers. Confira a lista completa de recomendações para fevereiro e o dividend yield (retorno com dividendos) dos papéis em um ano:
Viva do lucro de grandes empresas
| Ação | Nº de recomendações | Dividend yield em 12 meses |
| Petrobras (PETR4) | 6 | 8,65% |
| Telefônica Brasil (VIVT3) | 4 | 4,04% |
| Caixa Seguridade (CXSE3) | 4 | 8,87% |
| Itaúsa (ITSA4) | 3 | 18,44% |
| Axia (AXIA3) | 3 | 12,59% |
| Allos (ALOS3) | 3 | 9,40% |
| Copel (CPLE6) | 3 | 14,10% |
O BTG Pactual recomenda a ação, mas reconhece que o plano de negócios da companhia pode tornar investidores mais céticos em relação ao papel, “pois evidencia uma situação financeira mais desafiadora em um contexto de preços de brent mais baixo”. O banco, porém, destaca a melhora na produção em 2026, que passa a ser estimada em 2,5 milhões de barris por dia, ante 2,4 milhões anteriormente.
O Santander diz manter visão construtiva para a Vivo, apoiada pela expectativa de resultados “sólidos” no segundo semestre de 2025 e em 2026, além de potencial de revisões altistas no lucro por ação e dividendos para 2026. O banco também avalia que a ação negocia em um valuation “atraente”, apesar do forte desempenho das ações no acumulado do ano.
O payout elevado, de cerca de 90%, e dividend yield entre 8% e 9% da companhia oferecem retornos recorrentes “atrativos”, destaca a Terra Investimentos. A corretora ainda diz que a ação mantém potencial de valorização ao ser negociada entre 9 e 11x lucro.
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As ações apresentam desconto “excessivo”, o que gera uma oportunidade de investimento, segundo a Terra. A reputação e histórico de sucesso da Itaúsa fortalecem a confiança dos investidores e a companhia oferece uma oportunidade atraente de valorização de capital e retorno “consistente” no longo prazo, destaca a corretora.
A antiga Eletrobras é uma das preferências do Itaú BBA no setor elétrico. O banco de investimento espera aumento nas curvas futuras de preço de energia, o que contribui para melhora nos resultados de curto prazo da companhia. Além disso, o BBA vê espaço para distribuicão de “montantes generosos” de dividendos, que podem gerar yield médio acima de 10% por ano nos próximos cinco anos.
A ação traz defensividade ao portfólio ao mesmo tempo em que oferece exposição a um ambiente de taxas de juros em queda, avalia o BTG Pactual. “Acreditamos que o mercado ainda não precificou totalmente a nova política de payout da Allos, caso ela se mostre sustentável nos próximos anos – o que acreditamos que acontecerá – e, portanto, continuamos otimistas em relação à ação”, escrevem os especialistas do banco.
O Santander diz que a ação é uma opção “interessante” por representar a combinação de valuation descontado, ativos de alta qualidade, baixo perfil de risco e fluxo de dividendos previsível.
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