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Aracaju ocupa 2º lugar no Nordeste em equilíbrio entre empregos formais e benefícios sociais

Aracaju ocupa 2º lugar no Nordeste em equilíbrio entre empregos formais e benefícios sociais

Aracaju consolida sua posição como uma capital em expansão econômica ao alcançar o 2º lugar no ranking das capitais do Nordeste com melhor equilíbrio entre empregos formais e assistência social.

O levantamento tem como base dados do Ministério do Trabalho e Emprego e do Ministério do Desenvolvimento Social, e avalia a relação entre trabalhadores com carteira assinada e famílias beneficiadas por programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.

Atualmente, Aracaju registra 200.841 empregos formais ativos e 131.104 famílias beneficiárias de programas sociais.

Na prática, isso significa que, a cada 10 pessoas com emprego formal, cerca de 6 recebem algum tipo de benefício, um indicador considerado positivo por demonstrar equilíbrio entre geração de empregos e proteção social.

Esse desempenho coloca Aracaju à frente de capitais como Natal, Fortaleza e Salvador, evidenciando um mercado de trabalho formal em crescimento, maior autonomia econômica da população e impactos diretos na sustentabilidade fiscal e social do município.

Crescimento sustentável

Para o secretário municipal do Desenvolvimento Econômico e Inovação, Dilermando Júnior, o indicador confirma que a capital avança na construção de um modelo de crescimento sustentável.

“Quanto maior a quantidade de empregos formais em relação aos beneficiários de programas sociais, melhor o desempenho econômico da cidade. Isso significa mais renda, maior arrecadação e menor dependência do Estado”, destacou o secretário.

O estudo também aponta que Aracaju vem ampliando seu saldo positivo de empregos formais, com crescimento nas admissões e fortalecimento da carteira assinada, o que contribui para o aumento da arrecadação municipal e amplia a capacidade de investimento em políticas públicas estruturantes.

Indicador de inclusão produtiva

Especialistas avaliam que capitais com maior proporção de beneficiários sociais em relação aos empregos formais tendem a apresentar economias mais fragilizadas, com menor inclusão produtiva e maior risco de dependência social.

Nesse cenário, Aracaju se diferencia ao combinar políticas de proteção social com estímulos consistentes à geração de emprego e renda.

O desempenho reforça o potencial da capital sergipana como ambiente favorável a novos investimentos e reafirma o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento econômico sustentável, a inclusão produtiva e a melhoria da qualidade de vida da população.

*Ranking – Equilíbrio entre empregos formais e benefícios sociais

(Capitais do Nordeste)**

  1. Recife (56%)
  2. Empregos formais: 585.109 | Famílias beneficiárias: 326.596
  3. Aracaju (65%)
  4. Empregos formais: 200.841 | Famílias beneficiárias: 131.104
  5. Natal (70%)
  6. Empregos formais: 242.000 | Famílias beneficiárias: 169.282
  7. Fortaleza (83%)
  8. Empregos formais: 780.261 | Famílias beneficiárias: 650.298
  9. São Luís (86%)
  10. Empregos formais: 340.767 | Famílias beneficiárias: 291.890
  11. João Pessoa (87%)
  12. Empregos formais: 228.471 | Famílias beneficiárias: 197.821
  13. Salvador (90%)
  14. Empregos formais: 694.194 | Famílias beneficiárias: 622.801
  15. Maceió (91%)
  16. Empregos formais: 269.221 | Famílias beneficiárias: 245.434
  17. Teresina (96%)
  18. Empregos formais: 221.759 | Famílias beneficiárias: 211.966

Com informações da PMA

Fonte

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