Mesmo com a recuperação desta segunda-feira (13), o JPMorgan avalia que o sobe e desce dos mercados deve continuar nos próximos dias. Segundo o banco, o salto na volatilidade implícita e realizada na sexta-feira fará com que fundos com metas de volatilidade reduzam sua alavancagem de cerca de 77% para 61%, o que pode gerar vendas adicionais de até US$ 30 bilhões em ações, mesmo que o mercado siga se recuperando.
O movimento ocorre após o tombo de sexta, quando as ameaças de Trump sobre novas tarifas contra a China provocaram liquidações automáticas de carteiras sistemáticas e fundos alavancados.
A Goldman Sachs também aponta que o episódio ampliou a incerteza, com investidores avaliando se o recuo de Trump, que disse que “tudo ficará bem” e que os EUA “não querem prejudicar a China”, representa apenas uma pausa tática antes das negociações na APEC. O banco acredita que o risco de novas restrições comerciais aumentou, mas vê espaço para prolongar a trégua tarifária.
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Para Matthew Ryan, da Ebury, os mercados estão “cautelosamente confiantes” de que as ameaças de Trump tendem a ser mais retóricas do que práticas, o que sustenta parte da recuperação.
Na prática, os próximos dias devem ser marcados por ajustes técnicos e oscilações rápidas, com investidores buscando entender se o alívio atual representa um ponto de virada ou apenas mais uma pausa na gangorra EUA–China.
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