O Conselho Nacional Eleitoral de Honduras anunciou nesta quarta-feira, 24, que o conservador Nasry Asfura, apoiado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, venceu as eleições presidenciais de 30 de novembro, derrotando com 40,27% dos votos Salvador Nasralla, após uma apuração demorada que gerou tensões no país centro-americano.
O principal órgão eleitoral fez o anúncio após finalizar a lenta apuração especial de 2.792 atas que havia sido iniciada na semana passada por supostas inconsistências e erros. “Tito” Asfura, candidato do Partido Nacional, impôs-se em sua segunda tentativa pela presidência a Nasralla, do também conservador Partido Liberal, que obteve 39,53% dos votos.
Os resultados são um duro revés para o partido governante de esquerda Liberdade e Refundação (Libre), cuja candidata Rixi Moncada obteve apenas 19,19% de apoio.
Antes de que a apuração especial fosse iniciada na quinta-feira passada em meio a denúncias de suposta fraude e pressões do governo de Trump, a distância entre Asfura e Nasralla era de menos de 1%.
O desfecho das complicadas eleições presidenciais hondurenhas faz parte de uma virada mais ampla para a direita que está ocorrendo na América Latina, e acontece pouco mais de uma semana após o Chile eleger como presidente o ultradireitista José Antonio Kast.
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