(Bloomberg) — A Amazon concordou em adquirir a operadora de satélites Globalstar em um negócio de aproximadamente US$ 11,6 bilhões que impulsionaria os esforços da gigante de tecnologia para construir sua própria operação de satélites.
A Amazon está oferecendo aos acionistas da Globalstar US$ 90 em dinheiro por ação, ou 0,32 ações da Amazon com valor limitado a US$ 90 por ação, de acordo com um comunicado nesta terça-feira. Isso representa um prêmio de 23,5% sobre o preço de fechamento da Globalstar na segunda-feira. Espera-se que o negócio seja concluído em 2027.
Com a aquisição, “os clientes podem esperar um serviço mais rápido e confiável em mais lugares — mantendo-os conectados às pessoas e coisas que mais importam”, disse Panos Panay, vice-presidente sênior de dispositivos e serviços da Amazon, no comunicado.
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A Bloomberg News informou anteriormente que a Amazon estava em negociações avançadas para comprar a Globalstar. As ações da empresa de satélites saltaram cerca de 9% nas negociações pré-mercado após o anúncio formal, depois de terem sido inicialmente paralisadas. As ações subiram mais de 75% desde 29 de outubro, o último dia de negociação antes de a Bloomberg informar que a empresa explorava uma potencial venda. As ações da Amazon subiram 1,2% antes da abertura dos mercados em Nova York.
A Amazon está construindo sua rede de satélites de órbita terrestre baixa, a Amazon Leo, em uma tentativa de competir com a SpaceX, de Elon Musk, cuja unidade Starlink, em rápido crescimento, tem mais de 10 milhões de clientes ativos e cerca de 10.000 satélites em órbita. Estima-se que a Starlink gere mais de US$ 9 bilhões em receita este ano.
A banda larga via satélite está em expansão, especialmente em locais de difícil acesso, mas a Amazon está ficando para trás em sua meta de aumentar sua cobertura com mais de 7.700 satélites. A empresa solicitou à Comissão Federal de Comunicações (FCC) a dispensa ou prorrogação do prazo para ter 1.600 satélites no ar até julho.
A Globalstar pode acelerar os esforços da Amazon porque já opera uma rede funcional de satélites, disse o analista da Bloomberg Intelligence, John Davies. Mas a rede da empresa é menor que a da Starlink e foca principalmente na conexão de telefones e outros dispositivos em áreas de baixa cobertura. A empresa atende, por exemplo, ao recurso de serviços de emergência da Apple Inc. nos iPhones.
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