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Air Canada aposta no Airbus A350-1000 para ampliar voos

A Air Canada anunciou a ampliação de seu programa de modernização de frota com a encomenda de oito unidades do Airbus A350-1000, além de direitos de compra para outras oito aeronaves do mesmo modelo. As entregas estão previstas para começar no segundo semestre de 2030 e fazem parte da estratégia da companhia para fortalecer sua presença no mercado internacional de longo curso.

REDAÇÃO DO DIÁRIO – com assessorias 

A aeronave de corredor duplo é equipada com motores Rolls-Royce Trent XWB97 e utiliza materiais mais leves em sua estrutura. Segundo a fabricante europeia Airbus, o modelo pode reduzir em até 25% o consumo de combustível em comparação com aeronaves de geração anterior. O alcance estimado é de aproximadamente 9.000 milhas náuticas, permitindo voos intercontinentais com maior eficiência operacional.

A cabine é anunciada como uma das mais silenciosas da categoria e foi projetada para operar com pressurização equivalente a 6.000 pés de altitude, recurso que contribui para maior conforto dos passageiros e redução dos efeitos do jet lag. O A350-1000 contará com o novo padrão de cabine da Air Canada, que começará a ser implementado ainda este ano em outras aeronaves da frota, incluindo melhorias em conectividade e sistemas de entretenimento a bordo.

A aquisição se soma a outros movimentos estratégicos da companhia. Estão previstas para 2026 as entregas de 14 unidades do Boeing 787-10 Dreamliner, além da chegada das primeiras aeronaves Airbus A321XLR, de um total de 30 encomendadas. A empresa também segue recebendo unidades do Airbus A220 — montado no Canadá — restando 23 aeronaves de um pedido firme de 65. Cinco unidades adicionais do Boeing 737 MAX, arrendadas, devem entrar em operação em 2026.

De acordo com Mark Galardo, vice-presidente executivo e Chief Commercial Officer da companhia, o Airbus A350-1000 terá papel central na expansão da malha aérea internacional e na consolidação da Air Canada como uma das principais companhias globais na próxima década.

Já John Di Bert, vice-presidente executivo e Chief Financial Officer, destacou que o pedido representa um investimento estratégico de longo prazo, alinhado à política de disciplina financeira da empresa. Segundo ele, as novas aeronaves contribuirão para maior eficiência de custos, confiabilidade operacional e avanço das metas ambientais, mantendo os investimentos em capital em patamar igual ou inferior a 12% das receitas. Saiba mais no site.



Fonte

Redação

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