Os contratos de minidólar (WDOG26), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão (08/01) em leve baixa de 0,06%, aos 5.417,5 pontos. O dólar encerrou o dia próximo da estabilidade, em um pregão de baixa volatilidade e cautela nos mercados globais. No exterior, os investidores reduziram movimentos à espera de dados-chave do mercado de trabalho dos Estados Unidos, especialmente o payroll, enquanto seguem monitorando os desdobramentos da intervenção dos EUA na Venezuela, fator que ainda mantém algum grau de atenção, mas sem gerar movimentos mais bruscos no câmbio. A bolsa brasileira operou em ambiente mais travado, refletindo essa postura defensiva.
No cenário doméstico, a agenda cheia para a sexta-feira — com divulgação do IPCA de dezembro e do acumulado de 2025, além do payroll nos EUA — manteve os agentes em compasso de espera. Dados fracos da produção industrial brasileira e a atuação pontual do Banco Central com swaps também entraram no radar. Para os traders de dólar, o mercado está claramenteposicionado para reagir aos indicadores econômicos, que devem definir a direção do câmbio no curto prazo.
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No gráfico de 15 minutos, o minidólar fechou a última sessão em baixa e segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém o viés mais defensivo no intraday. Para que haja retomada do movimento de alta, será necessária a entrada de fluxo comprador suficiente para romper a região de resistência em 5.428,5/5.434 pontos. Superado esse patamar, os próximos alvos passam a ser 5.452/5.471,5 pontos, com extensão até 5.486,5/5.491,5 pontos.
Por outro lado, a perda da região de suporte em 5.413,5/5.406,5 pontos tende a intensificar o fluxo vendedor, abrindo espaço para testes em 5.397,5/5.386 pontos e, em um movimento mais prolongado, 5.377/5.360 pontos.
No gráfico diário, o ativo fechou com leve baixa, ainda sem definição clara de tendência. Para que o mercado volte a discutir um movimento de recuperação, será necessário superar a região de resistência em 5.434/5.452 pontos, o que pode abrir caminho para 5.489,5/5.508 pontos.
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Em sentido oposto, a perda da faixa de suporte em 5.397,5/5.360 pontos reforça o cenário negativo, com alvo inicial em 5.319/5.291 pontos. O IFR (14) está em 40,67, permanecendo em zona neutra.
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No gráfico de 60 minutos, o minidólar fechou a última sessão em leve baixa e segue abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo o viés de cautela.
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Para uma retomada mais consistente da alta, o ativo precisa superar a região de 5.434/5.452 pontos. Se isso ocorrer, os próximos objetivos passam a ser 5.491,5/5.518 pontos, com projeção mais longa em 5.541,5 e 5.567 pontos.
Caso o fluxo vendedor volte a ganhar força, a perda da região de suporte em 5.397,5/5.377 pontos tende a intensificar as baixas, com alvos em 5.360/5.338 pontos e, mais adiante, 5.319/5.291 pontos.
(Rodrigo Paz é analista técnico)
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