Recorde. O desfile do Acadêmicos do Baixo Augusta consolidou-se neste domingo (8) como o maior bloco de carnaval de rua da história de São Paulo, ao reunir cerca de 1,5 milhão de pessoas ao longo da Rua da Consolação e da Avenida Paulista, superando todas as edições anteriores e reforçando seu papel central no calendário cultural da cidade e do país. REDAÇAO DO DIÁRIO com assessorias
Recorde de público transforma o centro em um palco coletivo
A concentração desde o início da tarde transformou o coração de São Paulo em um verdadeiro mar de gente. O percurso do bloco estendeu-se por quarteirões da Rua da Consolação, contagiando também vias laterais e calçadas, além de mirantes improvisados em fachadas de prédios e espaços públicos.
Ao som de samba, pop, rap e ritmos que sintetizam as múltiplas brasilidades presentes na metrópole, a multidão apresentou um panorama vibrante de diversidade geracional e regional. A presença massiva reforça a dimensão do carnaval de rua como uma das expressões culturais mais potentes e democráticas do Brasil, resgatando o espaço urbano para a celebração coletiva.
O tema deste ano, “São Paulo Não Dorme”, ganhou tradução literal na presença contínua e pulsante dos foliões. A festa tomou conta da Consolação e da Avenida Paulista do início ao fim, consolidando a imagem da capital paulista como um grande palco a céu aberto.
Recorde artístico com line-up plural e protagonismo cultural
A edição 2026 do Baixo Augusta manteve sua tradição de cruzar cultura popular e contemporânea. Sob a direção de Alê Youssef e Ale Natacci e performada por Simoninha e a Banda do Baixo Augusta, a programação recebeu uma seleta lista de artistas que representam a diversidade sonora do carnaval urbano.
Entre os nomes que animaram o público estiveram Tássia Reis, Rael, Tulipa Ruiz, André Frateschi, Dani Vie, Rom Santana, Fabiana Bombom, Charanga do França, KLJay — que abriu o bloco — e Péricles, convidado especial da edição. A combinação entre grandes atrações musicais e participação espontânea dos foliões reforçou o caráter híbrido do bloco: festa popular e festival cultural.
Realizado pela Baixo Augusta Produções, o desfile reafirmou seu protagonismo no cenário paulistano e nacional, consolidando uma trajetória iniciada em 2009 quando um grupo de amigos empreendedores e entusiastas do bairro se uniu para revitalizar o Baixo Augusta como território de manifestações culturais alternativas. Desde então, o bloco tornou-se um dos maiores do Brasil, ultrapassando a marca de 1 milhão de participantes em seus desfiles e estimulando o fortalecimento do carnaval de rua como patrimônio urbano.
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