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A saga das fechaduras eletronicas, por Jessé Resende, da Saga

Ao longo das últimas décadas, as fechaduras eletrônicas deixaram de ser um acessório tecnológico para se tornarem um elemento estrutural da hotelaria moderna. No início, eram símbolo de inovação. Depois, passaram a representar eficiência operacional. Hoje, ocupam um lugar ainda mais nobre: são guardião silencioso da experiência, da segurança e da confiança.

O propósito de uma fechadura eletrônica nunca foi apenas abrir e fechar portas. Seu verdadeiro papel é proteger pessoas, preservar patrimônios e sustentar a reputação do hotel. Cada hóspede que cruza um corredor carrega consigo uma expectativa invisível: sentir-se seguro sem precisar pensar nisso. Quando a segurança funciona, ela é quase imperceptível. Quando falha, torna-se inesquecível — e nunca de forma positiva.

Infelizmente, muitos hoteleiros ainda encaram a aquisição de fechaduras como uma obrigação normativa ou um item de checklist. Compra-se porque o mercado exige, porque a marca pede, porque “é assim que se faz”. Nesse processo, perde-se o essencial: segurança não é custo, é estratégia. Não é destino. Não é sorte. É decisão.

Um sistema de fechaduras mal especificado, mal instalado ou mal assistido não compromete apenas uma porta. Compromete a operação, o time, a tranquilidade do hóspede e, em última instância, o valor da marca hoteleira. Por isso, tão importante quanto escolher o produto correto é escolher a empresa correta. Uma empresa que entenda hotelaria, que entregue serviço, suporte, presença e responsabilidade — antes, durante e depois da venda.

Na Saga Systems, carregamos uma convicção inegociável: nunca comprometer nossos serviços. Tecnologia pode ser copiada. Preço pode ser igualado. Compromisso, não.

Na Saga Systems, carregamos uma convicção inegociável: nunca comprometer nossos serviços. Tecnologia pode ser copiada. Preço pode ser igualado. Compromisso, não. Trabalhamos com a consciência de que cada fechadura instalada carrega um pouco da nossa assinatura e muito da confiança do cliente.

E é por isso que seguimos evoluindo. Não apenas acompanhando o mercado, mas ajudando a moldá-lo. Com visão, com disciplina e com respeito absoluto à segurança e à operação hoteleira.

Fechaduras eletrônicas não são um detalhe. São um pacto silencioso entre o hotel e o hóspede. E pactos, quando levados a sério, constroem legados.

Seguimos firmes, com a serenidade de quem sabe onde pisa — e com a coragem de quem escolheu ser referência.

(Crédito: arquivo DT)

*Jessé Resende, Fundador e CEO da Saga Systems 



Fonte

Redação

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