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Problemas em fábrica agravam atrasos no Airbus A350

Problemas em fábrica agravam atrasos no Airbus A350

A Airbus disse a clientes que haverá novos atrasos nas entregas do A350 devido a problemas industriais em fábrica nos EUA

A Airbus comunicou a alguns clientes novos atrasos nas entregas do programa A350 previstas para o fim desta década, em meio a dificuldades persistentes na cadeia de suprimentos envolvendo componentes estruturais produzidos nos Estados Unidos.

As informações foram divulgadas na última quarta-feira (20), pela agência Reuters, com base em fontes da indústria aeronáutica.

Segundo as fontes, os atrasos estão ligados principalmente à produção de partes críticas da fuselagem na unidade de Kinston, na Carolina do Norte, antiga fábrica da Spirit AeroSystems recentemente incorporada pela Airbus.

Problemas na produção de estruturas compostas

A planta de Kinston, com cerca de 46.000 metros quadrados e equipada com sistemas robotizados, produz painéis compostos da fuselagem superior do A350, além de longarinas de fibra de carbono utilizadas nas asas da aeronave de longo curso.

Segundo a publicação, citando fontes, a transição operacional da unidade para a Airbus tem enfrentado dificuldades relacionadas à retenção de mão de obra. Parte dos funcionários teria optado por retornar às operações da Spirit vinculadas à Boeing após a reorganização societária envolvendo os ativos industriais.

Impactos também no A350 cargueiro

Além dos problemas na Carolina do Norte, foram apontadas interrupções na fabricação das portas de carga do A350 cargueiro (F), produzidas pela Airbus na Espanha.

Apesar das dificuldades relatadas, o fabricante disse que o cronograma do cargueiro permanece inalterado. Em comunicado, a empresa acrescentou que o primeiro voo do A350F segue previsto para este ano, enquanto a entrada em operação e a primeira entrega continuam programadas para 2027.

Aquisição de ativos da Spirit AeroSystems

A Airbus adquiriu a unidade de Kinston e a fábrica de asas do programa A220 em Belfast no ano passado, durante o processo de reorganização da Spirit AeroSystems. A operação ocorreu paralelamente ao retorno da maior parte das atividades do fornecedor ao controle da Boeing.





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