American Airlines terá 750 mil voos entre maio e setembro, e ajusta programação nos hubs de Dallas, Filadélfia e Chicago para melhorar a regularidade operacional
A American Airlines prevê transportar 75 milhões de passageiros durante a temporada de verão no hemisfério norte, em sua maior malha já programada para o período. Entre 21 de maio e 8 de setembro, são planejados 750 mil voos, superando o recorde anterior, registrado em 2019.
O movimento começa pelo feriado prolongado do Memorial Day, uma das datas de maior demanda nos Estados Unidos. Entre 21 e 26 de maio, a American Airlines projeta receber mais de 4,2 milhões de passageiros em mais de 40 mil voos, com o maior pico ocorrendo em 22 de maio.
A expansão ocorre no ano em que a American celebra seu centenário e reflete a combinação de maior demanda doméstica e internacional com ajustes operacionais feitos nos principais hubs. Segundo a empresa, a preparação para a escalada nos voos incluiu manutenção preventiva da frota fora da alta temporada, adequação de instalações para o calor do verão e reforço de equipes em locais estratégicos.
Além disso, também foi necessário um redesenho de partes críticas da operação. Em Dallas Fort Worth, no Texas, o maior hub da American, foi implantada uma programação com treze bancos de conexões. A mudança visa reduzir atrasos, perdas de conexão e trocas de portão, além de melhorar o desempenho no processamento de bagagens.
Na Filadélfia, principal porta de saída transatlântica da American, foi reorganizada a grade vespertina de voos internacionais para ampliar opções de conexão e reduzir congestionamentos. Outro ponto citado em nota é o aumento do tempo programado de voo, medida que tende a criar maior margem operacional e reduzir o efeito cascata de atrasos.
O aeroporto de Chicago O’Hare também terá papel relevante no verão. A companhia espera movimentar mais de 5,2 milhões de passageiros no aeroporto, alta de 11% sobre 2025 e de 48% em relação a 2023. A American atribui a expectativa de maior regularidade à adequação da malha à capacidade operacional definida pela FAA.
