Os contratos de mini-índice (WINM26) encerraram a última sessão (04/05) em queda de 0,76%, aos 188.580 pontos, retomando o movimento negativo após a tentativa recente de recuperação. O Ibovespa inicia maio em queda, pressionado pelo ambiente externo mais adverso, com bolsas em baixa e petróleo em alta diante das tensões no Oriente Médio. No Brasil, o índice recua com a queda de Vale (VALE3) e dos bancos, enquanto Petrobras (PETR4) limita perdas.
Para o trader de mini-índice, o cenário mantém viés vendedor no curto prazo, com o mercado sensível ao exterior, commodities e fluxo, o que tende a sustentar a volatilidade ao longo do dia.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice voltou a encerrar no negativo, mantendo um comportamento lateral com viés de baixa, ainda sem definição clara de reversão.
Para continuidade da queda, será necessário romper a região de suporte em 188.195/187.900. Perdendo essa faixa, o índice tende a intensificar o movimento vendedor, buscando 186.865/186.400, com extensão até 185.820/185.480.
Por outro lado, para retomar o fluxo comprador, será fundamental superar a resistência em 188.895/189.490. Caso isso ocorra, vejo espaço para avanço até 189.925/190.525, com alvo mais longo em 191.035/191.945.
No gráfico diário, observo que o índice retomou o movimento de baixa após a alta pontual recente, mantendo negociações abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça a tendência negativa no curto prazo. Apesar disso, o afastamento das médias ainda sugere possibilidade de repiques técnicos. Para reversão, será necessário superar a região de 192.310/195.430/197.040, mirando 200.785/203.835.
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Já a perda de 186.865/185.820 pode ampliar a queda, com suportes em 183.645/180.150. O IFR (14), em 40,03, segue em região neutra, mas próximo de níveis mais baixos.
Saiba mais:
WINM26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice mantém a estrutura de baixa, voltando a operar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que indica retomada da pressão vendedora.
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Para continuidade do movimento negativo, será necessário romper o suporte em 188.195/186.865. Caso isso ocorra, o índice pode buscar 185.000/183.865, com alvos mais longos próximos de 181.880 pontos.
Por outro lado, a retomada do fluxo comprador depende da superação da resistência em 189.420/191.035. Acima dessa faixa, o ativo pode avançar até 192.310/192.600, com projeções mais longas em 193.850/195.245.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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