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Amaro Aviation vê avanço da propriedade compartilhada

Amaro Aviation vê avanço da propriedade compartilhada

Em fórum da aviação de negócios a Amaro Aviation destaca propriedade compartilhada e fala de avanços no setor

A propriedade compartilhada voltou ao centro do debate sobre novos modelos de acesso à aviação executiva no Brasil durante o Corporate Jet Investor (CJI) Latin America 2026, realizado na última semana, em São Paulo. A Amaro Aviation participou do encontro com a presença de seu CEO, João Mellão, em um painel dedicado ao tema.

O evento é um dos principais fóruns internacionais voltados à aviação de negócios e reuniu operadores, investidores, executivos e lideranças do setor para discutir tendências e oportunidades na América Latina. Nesse contexto, a propriedade compartilhada foi tratada como uma alternativa em expansão para usuários que buscam acesso à aviação privada sem assumir integralmente os custos e a complexidade associados à posse individual de uma aeronave.

Para a Amaro Aviation, o avanço do modelo no Brasil depende menos da simples divisão do uso de uma aeronave entre diferentes cotistas e mais da capacidade de estruturar a operação como um ativo gerido de forma profissional. Durante o painel, Mellão afirmou que a propriedade compartilhada exige governança, eficiência operacional e administração especializada para entregar seus principais benefícios.

“Propriedade compartilhada não é apenas dividir uma aeronave, mas estruturar um ativo com eficiência. Quando existe uma operação profissional por trás da gestão, é possível otimizar o capital investido, diluir custos entre diferentes sócios e transformar a posse de uma aeronave em uma solução mais inteligente e estratégica”, afirma Mellão.

João Mellão defendeu o modelo como alternativa de eficiência na aviação executiva

Regulamentado no Brasil em 2021, o modelo ainda está em fase de amadurecimento, enquanto em regiões como Estados Unidos e Europa, a propriedade compartilhada já é adotada há décadas. No Brasil o crescimento acompanha a ampliação do entendimento dos usuários sobre sua aplicação, seus limites e seus potenciais ganhos.

A discussão no CJI Latin America indicou que a propriedade compartilhada tende a ganhar relevância entre empresários e executivos interessados em previsibilidade de custos, racionalização do investimento e acesso qualificado à aviação privada. O modelo também reforça a necessidade de operadores capazes de combinar gestão do ativo, segurança operacional e padrão de atendimento.





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