O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (24/03) em alta de 0,82%, aos 185.665 pontos, mantendo o viés de recuperação no curtíssimo prazo. O Ibovespa teve leve alta de 0,32%, aos 182.509 pontos, em um pregão marcado por forte oscilação e incerteza global. O movimento refletiu o ceticismo dos investidores em relação às negociações entre EUA e Irã, enquanto o petróleo voltou a superar US$ 100, reforçando preocupações com inflação. No exterior, bolsas em Nova York caíram, o dólar voltou a subir e os juros avançaram, indicando um ambiente ainda defensivo.
Para os traders de mini-índice, a última sessão foi de equilíbrio e volatilidade, com altas de Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3) compensando a queda dos bancos. O cenário segue sensível ao noticiário externo e à política monetária, com destaque para a ata do Copom, mantendo o Ibovespa futuro dependente do fluxo global e com tendência de movimentos mais instáveis no curto prazo.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a sessão com movimento positivo, permanecendo acima das médias de 9 e 21 períodos, o que mantém o viés altista no curtíssimo prazo.
Para continuidade da alta, será essencial o rompimento da resistência em 186.780/187.200 pontos. Superando essa faixa, o ativo tende a buscar 187.835/188.165 pontos, com alvo mais longo em 188.675/189.250 pontos, reforçando a retomada do fluxo comprador.
Por outro lado, o cenário se deteriora caso haja perda da região de suporte em 185.420/185.000 pontos. Abaixo desse nível, vejo espaço para intensificação da pressão vendedora, com projeções em 184.600/183.855 pontos, podendo estender até 182.330/181.470 pontos.
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No gráfico diário, observo que o índice ainda está em processo de recuperação, negociando entre as médias móveis, após um período de maior volatilidade. Para consolidar a retomada altista, será necessário romper a resistência em 186.780/188.165 pontos, abrindo espaço para 189.250/193.250 pontos.
Em contrapartida, a perda da região de 181.145/177.950 pontos recoloca o ativo sob maior pressão, com alvos em 176.385/172.940 pontos. O IFR (14) está em 52,26, em região neutra.
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Saiba mais:
WINJ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice fechou com movimento positivo, sustentando negociação acima das médias de 9 e 21 períodos — sinal que reforça o cenário de recuperação no curto prazo.
Para continuidade da alta, será fundamental superar a resistência em 186.780/188.165 pontos. Acima dessa faixa, o índice ganha espaço para buscar 189.250/191.855 pontos, com projeções mais longas em 193.250 pontos.
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Por outro lado, a perda da região de suporte em 184.600/182.720 pontos pode reverter o cenário, abrindo espaço para novas quedas em direção a 181.145/177.950 pontos, com alvos mais longos em 176.385/175.000 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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