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Lucro da Embraer cai 47% em 2025

Lucro da Embraer cai 47% em 2025

A Embraer registrou lucro líquido ajustado de R$ 1,37 bilhão, 47,7% menor do que o do ano anterior

A Embraer divulgou nesta sexta-feira (6), os resultados financeiros de 2025, reportando lucro líquido ajustado de R$ 1,37 bilhão, valor 47,7% menor do que o registrado no ano anterior.

A receita líquida do fabricante brasileiro foi de R$ 41,9 bilhões em 2025, crescimento de 18% em relação ao ano anterior e o maior nível anual já registrado. Somente no quarto trimestre, a receita foi de R$ 14,3 bilhões, acima dos R$ 10,9 bilhões dos três meses anteriores.

Entregas de aeronaves

No quarto trimestre de 2025, a fabricante entregou 91 aeronaves, sendo 32 jatos comerciais (dezoito da família E2 e quatorze E1), 53 jatos de negócios (28 leves e 25 médios) e seis aeronaves de defesa.

No segmento militar, foram entregues dois cargueiros táticos Embraer KC-390 Millennium e quatro aeronaves de ataque leve Embraer A-29 Super Tucano.

No acumulado do ano, a companhia entregou 244 aeronaves, sendo 78 jatos comerciais, 155 aeronaves de negócios e onze aeronaves de defesa. O volume representa aumento de 18% em relação às 206 aeronaves entregues em 2024.

Carteira de pedidos

A carteira de pedidos firmes alcançou US$ 31,6 bilhões (R$ 166,9 bilhões) no quarto trimestre de 2025, crescimento superior a 20% na comparação anual. Entre os segmentos, a aviação comercial teve aumento de 42% na carteira; em defesa e segurança, o crescimento foi de 10%; em serviços e suporte, a expansão foi de 7%; e na aviação de negócios, a alta foi de 3%.

Segundo o relatório, a demanda por aeronaves regionais e jatos de negócios contribuiu para a expansão do backlog, especialmente nas plataformas E175 e E2.

Defesa e aviação de negócios impulsionam receita

O desempenho financeiro anual foi impulsionado principalmente por três unidades de negócios: defesa e segurança (crescimento de 36% nas receitas), aviação de negócios (alta de 24%) e serviços e suporte (aumento de 21%).

A divisão de aviação comercial registrou receita de R$ 5,3 bilhões no trimestre, com redução anual de 10% atribuída ao mix de clientes e a custos de produção mais elevados, incluindo logística.

Projeções para 2026

Para 2026, a companhia projeta a entrega de oitenta a 85 jatos comerciais e de 160 a 170 jatos de negócios.





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