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Regime de Nicolás Maduro libertou 87 presos políticos nesta 5ª feira, diz ONG

Regime de Nicolás Maduro libertou 87 presos políticos nesta 5ª feira, diz ONG

O governo de Nicolás Maduro libertou na madrugada desta quinta-feira (1) 87 pessoas que estavam encarceradas por motivos políticos, informou nas redes sociais o Comitê de Mães em Defesa da Verdade, uma das principais ONGS que tem acompanhado a situação dos presos pelo regime após manifestações de protesto contra o resultado oficial das eleições no país.

Segundo a organização, essas soltura foram precedidas de outra 71 liberações ocorridas no Natal.

Segundo o Comitês, o fato de essas pessoas terem sido libertadas é fruto da luta de centenas de mães e familiares que se mobilizaram, durante mais de um ano, para exigir justiça e que encontraram pelo caminho a solidariedade de pessoas e organizações populares. “Não temos dúvida de que exigir nossos direitos, mesmo em momentos de muita adversidade, é o caminho correto para conseguir a liberdade plena de nossos jovens”, escreveu a ONG em post do Facebook.

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Leia também: Venezuela liberta 99 pessoas detidas em protestos eleitorais de 2024

A conquista, no entanto, é considerada insuficiente pela organização, que lembrou tratar-se de uma liberdade limitada, porque essas pessoas continuam em julgamento e com medidas cautelares, além de muitos outros familiares ainda continuarem “arbitrariamente privados de liberdade”.

Segundo a ONG, a injustiça continua afetando centenas de famílias na Venezuela. “Por isso, desde o Comitê de Mães em Defesa da Verdade, insistimos que o país precisa de uma anistia geral, que conceda liberdade plena a todas as pessoas detidas arbitrariamente por motivos políticos. Continuaremos lutando até alcançar a liberdade plena de cada um de nossos jovens. Por favor, não nos deixem sozinhas.”

O jornal El Nacional lembrou nesta quinta-feira que a ONG Foro Penal contabilizava, até 15 de dezembro, 902 presos políticos na Venezuela, sendo 86 deles estrangeiros ou venezuelanos com outra nacionalidade. Já a ONG Justiça, Encontro e Perdão (JEP)contabilizava essa cifra e mais de 1 mil.

Embora não contestem os números divulgados pelo Comitê, essas ONGs confirmam dados menores de libertações: entre 29 e 47 pessoas.



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