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Escola de Manutenção da Azul ultrapassa 12 mil capacitações em um ano

Escola de Manutenção da Azul ultrapassa 12 mil capacitações em um ano

Estrutura passou a responder à Vice-Presidência Técnica da companhia (Divulgação/Azul)

Os cursos foram realizados nas bases de Manutenção de Linha, nos hangares de Campinas (SP) e Pampulha (MG), além das oficinas, almoxarifados e simuladores da UniAzul. A formação acompanha toda a trajetória do profissional dentro da companhia, desde o ingresso até as reciclagens periódicas exigidas pelos órgãos reguladores.

Desde setembro, a Escola de Manutenção passou a integrar a Vice-Presidência Técnica da Azul, movimento que reposiciona a área como um dos pilares estratégicos da operação. A mudança busca aproximar ainda mais capacitação, segurança e desempenho operacional. “A Escola de Manutenção tem um papel central na segurança operacional da Azul”, afirma André Cruz, vice-presidente técnico da companhia. Segundo ele, a nova estrutura garante maior rigor na gestão dos treinamentos e aderência aos padrões técnicos e regulatórios.

A reorganização também trouxe uma nova governança. A Gerência de Treinamento de Manutenção passa a ser liderada por Jorge Marques, com duas frentes de atuação. A coordenação de Instrutores e Examinadores, sob responsabilidade de Samuel Alves, cuida do desenvolvimento e da aplicação dos treinamentos. Já a área de Padrões e Controles, liderada por Daniel Oliveira, responde pela conformidade regulatória, registros e planejamento dos cursos iniciais e recorrentes.

Os programas oferecidos são definidos de acordo com cargo, função e nível de responsabilidade dos profissionais. Além da formação técnica, os treinamentos incluem conteúdos comportamentais e o cumprimento das exigências previstas no Programa de Treinamento de Manutenção (PTM), que determina reciclagens periódicas ao longo da carreira.

Para 2026, a Azul planeja dar um novo passo na evolução da escola. A companhia prevê a adoção do Treinamento e Avaliação por Competências, alinhado a padrões internacionais da ICAO e da IATA, além da ampliação de multiplicadores nas bases, reforço da proficiência em inglês técnico e retomada do treinamento baseado em cenários reais, diretamente nas aeronaves.

“Nosso foco é consolidar a Escola de Manutenção como um centro de excelência técnica”, diz André Cruz. A ideia é avançar em modelos mais práticos e alinhados às melhores referências globais, reforçando o compromisso da companhia com a segurança e a confiabilidade da operação.



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