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Gigantes da aviação do México anunciam fusão

Gigantes da aviação do México anunciam fusão

Volaris e Viva Aerobus anunciam acordo para criar um novo grupo aéreo mexicano sob holding

As companhias aéreas mexicanas Volaris e Viva Aerobus anunciaram na última quinta-feira (18), a assinatura de um acordo de fusão para a criação de um novo grupo.

Ambas as empresas manterão operações independentes, certificados operacionais próprios e marcas distintas.

Novo grupo aéreo sob estrutura de holding

O acordo prevê a formação de um grupo aéreo por meio de uma fusão entre as holdings de Volaris e Viva, em uma operação classificada como “fusão entre iguais”. Após a conclusão da transação, os acionistas de cada empresa deterão, em base totalmente diluída, 50% do capital do novo grupo aéreo mexicano.

Os acionistas da Viva receberão ações recém-emitidas da holding da Volaris, enquanto os acionistas da Volaris manterão suas participações atuais.

Continuidade operacional e preservação das marcas

Apesar da criação da holding, Volaris e Viva continuarão operando como empresas separadas, mantendo suas estruturas de liderança, certificados operacionais e estratégias comerciais próprias.

Segundo as companhias, o modelo busca preservar as opções existentes aos passageiros, ao mesmo tempo em que amplia o acesso a rotas ponto a ponto e a serviços de transporte aéreo de baixo custo.

Sinergias, escala e redução de custos

A formação do grupo aéreo tem como objetivo gerar economias de escala, com redução dos custos de propriedade e financiamento de frota, melhor acesso a capital e fortalecimento da posição financeira das duas companhias.

Governança e próximos passos

Após o fechamento da operação, o grupo aéreo será supervisionado por um conselho de administração composto por membros indicados por Volaris e Viva. A presidência do conselho ficará a cargo de Roberto Alcántara Rojas, atual chairman do conselho da Viva.

A transação foi aprovada por unanimidade pelos conselhos de administração das duas companhias e ainda depende de autorizações regulatórias, do cumprimento de condições usuais de fechamento e da aprovação dos acionistas. A expectativa é que o fechamento ocorra ao longo de 2026.





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