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JPMorgan faz dupla elevação para ISA Energia e ações sobem 4,49%

JPMorgan faz dupla elevação para ISA Energia e ações sobem 4,49%

O JPMorgan fez uma elevação dupla para as ações da ISA Energia (ISAE4), passando de underweight (exposição abaixo da média do mercado, equivalente à venda) para overweight (exposição acima da média do mercado, equivalente à compra). O preço-alvo para o fim de 2026 foi elevado de R$ 26,50 para R$ 30, oferecendo um potencial de retorno total de cerca de 20%.

As preferenciais da ISA Energia fecharam com ganhos de 4,49%, a R$ 28,39. No melhor momento, os papéis foram negociados a R$ 28,97 (+6,62%), máxima histórica intradia.

O banco vê uma assimetria de risco para cima em uma ação que tem ficado para trás em relação ao setor elétrico. O banco vê possíveis altas vindas da regulação (3% do valor presente líquido – VPL), litígios (23-33% do VPL) e cenário macroeconômico (3% de aumento no lucro por ação para cada redução de 100 pontos base na Selic), que ainda não estão refletidos na taxa interna de retorno real (TIR) de 9,8% da ISAE (cenário base).

Não perca a oportunidade!

Três possibilidades de alta (maior do que 35% do VPL), listadas a seguir: regulação, litígio e macro

  1. Regulação: cerca de R$ 500 milhões de VPL decorrentes de discussões regulatórias sobre investimentos passados que não foram remunerados adequadamente.

2. Litígio: negociações em andamento com o governo de São Paulo sobre custos de fundos de pensão que a ISAE tem arcado (“Sefaz”), com potencial de 23-33% de VPL.

3. Macro: a ISAE pode se beneficiar de cortes na taxa Selic, pois cada redução de 100 pontos base (ou 1 ponto percentual) implica em aumento de 3% no lucro por ação estimado para 2026-27, e a empresa tem estendido a duração do seu fluxo de caixa (estimada em 9 anos pelo JPMorgan) por meio de crescimento orgânico e inorgânico, o que favorece um cenário de taxas reais mais baixas. “Somos mais otimistas especialmente em relação aos riscos 1 e 3”, aponta.

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Já os riscos de baixa incluem alta alavancagem financeira (estimada em cerca de 4 vezes a relação entre dívida líquida/Ebitda, ou lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações entre 2026-29). Pressão vendedora potencial devido à participação de 21% da Axia (AXIA3), considerando comentários anteriores sobre desinvestimentos.



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