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Moraes define como serão visitas de filhos a Bolsonaro

Moraes define como serão visitas de filhos a Bolsonaro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes definiu neste domingo, 23, as regras para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), receba as visitas dos filhos – Carlos, Flávio e Jair Renan – na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde está preso preventivamente. O pedido havia sido feito pela defesa de Bolsonaro, que foi detido no sábado, 22, após tentativa de violar a tornozeleira eletrônica.

Segundo a portaria 1104, de 28 de março de 2024, da Superintendência Regional da PF do Distrito Federal, as visitas de familiares no local devem ocorrer às terças-feiras e quintas-feiras, das 9h às 11h, com duração de 30 minutos e limitação de dois familiares por dia de visita. Cada parente realizará a visita ao preso separadamente.

A ordem de visitas foi definido pelo ministro por ordem alfabética

Terça-feira, 25, das 9h às 11h – Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro pelo PL, e Flávio Bolsonaro, senador pelo PL do Rio de Janeiro (que deverão visitá-lo separadamente)

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Quinta-feira, 27, das 9h às 11h – Jair Renan Bolsonaro, vereador por Balneário Camboriú (SC)

Ainda conforme a decisão de Moraes, a entrada da equipe médica não depende de autorização judicial prévia e as visitas dos advogados devem seguir as regras previstas pela mesma portaria.

Neste domingo, Bolsonaro alegou à Justiça que a tentativa de danificar a tornozeleira eletrônica se deve uma “paranoia” causada por uma mistura de remédios, receitados por médicos diferentes, segundo ele. A defesa tem alegado a idade avançada (70 anos) e os problemas de saúde de Bolsonaro para reiterar um pedido de prisão domiciliar.

Na tarde deste domingo, 23, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro visitou o marido entre 15 horas e pouco antes das 17 horas, também depois da autorização do ministro do Supremo.

No sábado à noite, 22, Flávio Bolsonaro convocou uma vigília entre apoiadores do pai na frente do condomínio onde mora o ex-presidente. O ato ficou marcado pelo discurso de um evangélico comunista, que chegou a ser agredido pelos bolsonaristas.



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