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Greves paralisam Itália e deixam viajantes em alerta nesta sexta; veja os detalhes – M&E

Greves paralisam Itália e deixam viajantes em alerta nesta sexta; veja os detalhes – M&E

Controladores e tripulações cruzam os braços e criam atrasos em cadeia

A Itália amanheceu nesta sexta (14) com um cenário pouco amigável para quem depende do transporte: uma série de greves coordenadas no setor aéreo e no transporte público ameaça interromper a rotina de milhares de viajantes. A paralisação envolve controladores de tráfego aéreo, funcionários de companhias low-cost e parte da rede de ônibus e metrô de Roma, criando um efeito dominó que deve afetar cerca de 10 mil passageiros ao longo do dia.

O movimento mais sensível parte da associação ASTRA, que representa controladores da ENAV, responsável pela navegação aérea em 45 aeroportos italianos. A categoria parou das 13h às 17h (horário local), uma janela suficiente para bagunçar itinerários, empurrar voos para horários alternativos e provocar atrasos em cadeia — mesmo com a operação mínima obrigatória que a lei exige.

A greve ocorre em paralelo às paralisações de equipes de duas companhias muito presentes no país. Funcionários da Volotea aderiram a uma paralisação de 24 horas, pressionando por reconhecimento sindical e melhores condições contratuais. Já parte da tripulação da easyJet cruza os braços por quatro horas, reclamando de jornada e falta de proteção trabalhista. A soma dos movimentos aumenta a chance de cancelamentos, filas e reacomodações pouco amigáveis.

Em Roma, o impacto corre também pelo chão: os sindicatos USB Lavoro Privato e Orsa Tpl convocaram duas janelas de greve no transporte público — das 8h30 às 17h e das 20h até o fim do serviço. Há horários de operação garantida, mas os intervalos prometem atrasos, veículos lotados e muita espera nas estações.

Mesmo nos períodos protegidos por lei — entre 7h e 10h e entre 18h e 21h — os aeroportos podem registrar atrasos, já que a operação depende de categorias diferentes e todas elas estão participando, em algum nível, do protesto.

Com tantos movimentos sobrepostos, autoridades aconselham que passageiros reconfirmem voos, cheguem mais cedo aos aeroportos e se preparem para mudanças de última hora. Hoje, na Itália, a regra é paciência: aviões, ônibus e metrôs devem operar em ritmo mais lento até o fim do dia.



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