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Quem será o novo ministro do Turismo? Veja nomes cotados – M&E

Quem será o novo ministro do Turismo? Veja nomes cotados – M&E

Turismo vira palco de disputa entre PT, PDT e aliados do Pará após queda de Sabino

A saída de Celso Sabino do Ministério do Turismo, oficializada após a decisão do União Brasil de romper com o governo Lula, abriu uma nova corrida por espaço na Esplanada. O cargo, estratégico em razão do peso econômico do setor e da proximidade da COP30 em Belém, tornou-se alvo de PT, PDT e do grupo político do Pará.

No campo petista, o nome mais forte é o de Marcelo Freixo, atual presidente da Embratur. Fontes ligadas ao M&E revelam que não se é descartada esta possibilidade. Aliado de Lula e figura de prestígio nacional, Freixo é defendido por setores do partido como opção natural para comandar a pasta. O entrave, porém, é sua disposição em disputar mandato em 2026, o que exigiria sua saída já em abril do próximo ano. Vale lembrar que o atual presidente da Embratur também deixará a agência no próximo ano.

Leia também: Celso Sabino deixa o Turismo: uma retrospectiva dos ministros que moldaram a pasta desde 2000

Para aliados de Sabino, a prioridade é emplacar sua secretária-executiva, Ana Carla Machado Lopes. A escolha garantiria continuidade administrativa, preservaria a influência do Pará no ministério e reforçaria o protagonismo do estado que sediará a COP30. O governador Helder Barbalho (MDB) articula nos bastidores para consolidar essa alternativa.

O PDT, por sua vez, também se move. O partido, que já controla a Previdência, pleiteia mais espaço no governo e levou a Lula a reivindicação de indicar o sucessor de Sabino. A pressão coincide com a tentativa da legenda de ampliar sua presença em áreas de maior visibilidade.

Hildo Rocha, deputado federal do MDB, também foi um nome que caiu nos ouvidos da redação do M&E como possível novo líder da pasta.

Embora a decisão final caiba ao presidente, a disputa pelo Turismo reflete o xadrez político que se intensifica à medida que o governo tenta recompor sua base após o racha do União Brasil, e que já mira as alianças para 2026.



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