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Diogo Nogueira aposta na diversidade musical como técnico do “The Voice Brasil”

Diogo Nogueira aposta na diversidade musical como técnico do “The Voice Brasil”


Uma voz pode conquistar Diogo Nogueira antes mesmo que o estilo musical entre em questão. Estreante como técnico do “The Voice Brasil”, exibido pelo SBT e pelo Disney+, o sambista procura identificar nos candidatos características que vão além da afinação ou da afinidade com seu próprio repertório.


Carisma, emoção e personalidade artística pesam na hora de virar a cadeira e escolher quem fará parte de seu time.




Ao lado de Lauana Prado, Paulo Ricardo e da dupla Matheus & Kauan, Diogo integra uma bancada marcada pela diversidade de gêneros musicais – e não pretende restringir suas escolhas. “Eu sou sambista, mas gosto de cantar rock, gosto de cantar sertanejo”, destaca.


Mais do que avaliar apresentações, Diogo entende sua função no “The Voice Brasil” como a de alguém capaz de contribuir para o desenvolvimento de profissionais que já possuem identidade própria.


Às vésperas de completar duas décadas de carreira, o cantor acredita que a experiência acumulada nos palcos lhe permite perceber detalhes que podem fazer diferença na trajetória de um participante.


A postura também marca uma mudança em relação a 2009, quando participou pontualmente como jurado do “Ídolos”, ainda no início de sua caminhada artística.


“Eu acredito muito que nós estamos ali como técnicos para auxiliar vozes que já são profissionais e que, na verdade, estão querendo ampliar o seu espaço na sua carreira”, explica. “Eu quero mesmo é ser capaz de auxiliar todos esses artistas que estão passando por ali”, acrescenta.


A convivência com os demais técnicos também oferece a Diogo diferentes perspectivas sobre o desenvolvimento de uma carreira musical. Entre os colegas, Lauana Prado reúne uma experiência particularmente próxima à dos candidatos: participou do próprio “The Voice Brasil” e, mesmo sem conquistar o título, construiu uma trajetória de sucesso.


Para o sambista, a presença da cantora ajuda a mostrar que o resultado da competição não determina necessariamente o futuro de quem passa pelo palco. “Acho que isso é importante porque mostra a transformação que o programa pode proporcionar não só para quem vence no final, mas para todos que estão ali”, avalia.


A nova temporada também devolveu o “The Voice Brasil” aos domingos, algo que Diogo considera especialmente favorável à proposta da atração. Para ele, a competição não se resume às escolhas dos técnicos: as apresentações também despertam conversas entre familiares e amigos, que discutem os desempenhos e torcem por seus favoritos.


“O ‘The Voice Brasil’ tem um espírito familiar. É o tipo de programa que faz as pessoas se reunirem em suas casas para assistir e ficar discutindo, assim como a gente fica ali, como técnico”, aposta.


“The Voice Brasil” – SBT e Disney+ – Domingos, às 18h.

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