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Ana Clara comenta sobre a terceira temporada de “Estrelas da Casa”; confira

Ana Clara comenta sobre a terceira temporada de “Estrelas da Casa”; confira


À frente do “Estrelas da Casa” pelo terceiro ano consecutivo, Ana Clara já conhece bem a dinâmica de transformar uma estreia em ponto de partida para uma temporada inteira. Ainda assim, acompanhar o programa ganhar vida diante do público continua despertando nela a mesma sensação de novidade.

Depois de conferir a repercussão dos primeiros episódios, a apresentadora celebra a resposta dos espectadores e com a movimentação nas redes.




“Acompanhei a repercussão nas redes, foi muito legal! Achei que a resposta do público foi ótima, fiquei feliz com os comentários que eu vi. Óbvio que agora está uma correria e uma loucura para acompanhar tudo. Mas eu fiquei muito feliz e é isso que a gente quer: o público sempre comentando, dando as opiniões, para a gente poder ir entregando tudo que as pessoas querem”, vibra.


E se o público já começou a escolher seus favoritos, também foi possível identificar rapidamente diferentes perfis entre os artistas.

Diversidade

Para Ana Clara, a diversidade de personalidades é justamente uma das engrenagens que podem fazer a temporada avançar para além da música. Líderes, críticos, estilos diferentes de trabalho e maneiras distintas de lidar com a competição começam a aparecer e, com elas, a promessa de histórias que ainda podem mudar bastante de rumo ao longo da temporada.


“Deu para perceber as personalidades, possíveis conflitos. Eu acho que todos eles têm um potencial muito grande de render dentro do programa, de evoluir. E eles são artistas, né? Então há personalidades múltiplas lá dentro, estilos de trabalhar diferentes, tem sempre um que é mais líder, um que é mais crítico com algumas coisas… Isso é normal”, explica.


Apesar da experiência acumulada, Ana Clara não vê a terceira temporada como uma fórmula pronta.

Para ela, o próprio formato ao vivo exige abertura para mudanças e ajustes conforme a competição avança. Por isso, ao olhar para a estreia, não identifica uma decisão que gostaria de ter tomado de outra maneira.

O sentimento, segundo ela, foi de satisfação ao finalmente ver o projeto sair do planejamento e ocupar a tela.


“Eu acho que eu não faria nada diferente. Foi muito legal a nossa chegada, fiquei muito feliz com o resultado e com o que a gente entregou. No programa ao vivo, a gente sempre está sujeito a precisar fazer ajustes, repensar, e isso é ótimo porque a gente tem esse espaço. Cada dia é um dia. Eu fiquei muito feliz e muito satisfeita. Foi muito gratificante ver o programa saindo do papel e de fato no ar. Foi incrível”, afirma.



Mudanças

Nesta temporada, uma das principais mudanças está justamente na maneira como os participantes se organizam dentro da competição. Os artistas começam divididos em grupos e seguem até a final representando os estilos pop e pagode, mas a disputa não se limita às equipes.

As votações são individuais, com o público escolhendo pelo Gshow um homem e uma mulher de cada estilo para salvar, enquanto eliminações individuais e o poder de decisão dos mentores Junior e Belo fazem com que as formações estejam em permanente movimento.


“A maior novidade desta temporada é justamente a formação dos grupos. Os artistas começam a competição em grupos e chegam à final representando os estilos pop e pagode”, ressalta.



SERVIÇO

“Estrelas da Casa” – Globo – De segunda a domingo, às 22h30.

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Fonte

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