Visita destacou a parceria entre o programa estadual de capacitação e o mercado de entretenimento (Divulgação)

O Hopi Hari recebeu a visita da secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, Marília Marton, que acompanhou uma das aulas de formação de mais de 140 artistas envolvidos na Hora do Horror, dentro do projeto Escolas de Profissionais da Cultura (CultSP Pro).

“A nossa missão no CultSP Pro é garantir que a formação técnica e artística caminhe lado a lado com a empregabilidade real, preparando nossos talentos para as exigências e os bastidores de um setor em constante expansão”, destacou a secretária Marília Marton.

A agenda incluiu ainda uma visita aos bastidores do parque, ao acervo de figurinos e a um dos túneis da Hora do Horror. Marília esteve acompanhada por integrantes do CultSP Pro, entre professores, coordenadores e supervisores.

“Quando falamos sobre entretenimento, muitas vezes pensamos apenas na experiência que o público vive. Mas existe algo ainda maior por trás de cada espetáculo, de cada evento e de cada sorriso que entregamos diariamente no País mais divertido do mundo: as pessoas que tornam tudo isso possível”, afirma Marcos Zambelli, diretor do Hopi Hari.

A visita da secretária reforça a conexão entre formação e mercado que está no centro da proposta do CultSP Pro. “Isso demonstra que o entretenimento não gera apenas diversão. Ele gera emprego, renda, qualificação e oportunidades”, destaca Zambelli.

Hora do Horror do Hopi Hari

Hora do Horro: edição comemorativa de 25 anos do parque temático (Divulgação/Hopi Hari)
Hora do Horror: edição comemorativa de 25 anos do parque temático (Divulgação/Hopi Hari)

O Hopi Hari mantém uma estrutura artística permanente composta por cerca de 80 profissionais fixos, entre atores, técnicos de som, iluminação, contrarregras, camareiras, maquiadores, figurinistas e outras especialidades.

Ao longo do ano, a programação de eventos amplia essa demanda. Somente a Hora do Horror mobiliza entre 350 e 400 profissionais, sendo aproximadamente 140 artistas diretamente envolvidos nas apresentações.

Para o parque, acompanhar a capacitação dentro do próprio ambiente de produção aproxima os profissionais da realidade de uma indústria que reúne diferentes áreas artísticas, técnicas e criativas.

“O Hopi Hari é um ambiente real de mercado. Somos um espaço que absorve talentos, que cria oportunidades e que necessita constantemente de profissionais preparados para atuar em uma das indústrias que mais crescem no mundo: a economia criativa”, ressalta o diretor.

A aproximação entre cultura, criatividade e formação profissional gera impactos que vão além dos palcos e das experiências oferecidas ao público. “Quando unimos qualificação profissional, cultura, criatividade e oportunidade, criamos algo muito maior do que empregos: criamos histórias, realizamos sonhos e impulsionamos o desenvolvimento social e econômico”, conclui.