Com a COP30 transformando Belém (PA) no epicentro das discussões climáticas globais, a capital paraense recebe mais de 50 mil visitantes de todo o mundo. Além das agendas oficiais, quem estiver na cidade durante o evento tem a chance de vivenciar uma imersão única na cultura amazônica, repleta de história, sabores e biodiversidade.
REDAÇÃO DO DIÁRIO – com informações do MTur
Às margens da Baía do Guajará, os antigos galpões portuários de ferro — trazidos da Inglaterra no século XIX — foram revitalizados e hoje formam o complexo turístico mais famoso de Belém. Restaurantes, bares e lojinhas de artesanato dividem espaço com sorveterias que servem sabores típicos como açaí, cupuaçu e bacuri. O pôr do sol visto dali é um espetáculo à parte.
Símbolo máximo da cidade, o Ver-o-Peso é a maior feira aberta da América Latina e representa a alma de Belém. Lá, o visitante encontra frutas exóticas, ervas medicinais, peixes frescos e o autêntico açaí vindo direto das ilhas ribeirinhas. Uma experiência que estimula todos os sentidos e mostra a força da economia da floresta.
O coração histórico de Belém. No bairro da Cidade Velha, o complexo reúne ícones coloniais como o Forte do Presépio, a Casa das Onze Janelas e a Catedral da Sé, de onde parte o tradicional Círio de Nazaré. Um passeio a pé por essas ruas é uma verdadeira viagem ao passado.
Localizado às margens do Rio Guamá, o parque zoobotânico é um oásis de natureza dentro da cidade. Garças, guarás vermelhos, borboletas e orquídeas compõem o cenário, que pode ser admirado do alto do Farol de Belém — um mirante com vista panorâmica de 360° da capital.
A apenas 15 minutos de barco do centro, a Ilha do Combu oferece um mergulho autêntico no modo de vida amazônico. Lá está o projeto “Filha do Combu”, de Dona Nena, que produz cacau e chocolates orgânicos reconhecidos internacionalmente. É uma visita que une sabor e sustentabilidade.
Quem puder estender a viagem encontra no estado um mosaico de paisagens e culturas. De Santarém a Belterra, no Baixo Tapajós, destacam-se o artesanato tapajônico, festas populares e a culinária premiada, além da convivência com comunidades indígenas Arapiuns e Borari, que preservam suas tradições milenares.
Belém é o ponto de partida perfeito para entender por que o Pará é considerado o coração da Amazônia brasileira — onde natureza, cultura e sustentabilidade caminham lado a lado.
Fonte: Assessoria de Comunicação do MTur
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